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Ficará no ar sem novos textos. Somente os que já estão aqui, até Dez/2014.
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segunda-feira, 23 de março de 2015
sábado, 27 de dezembro de 2014
Instalação automatizada: Webmim e Ambiente de Desenvolvimento Básico
Em 28 de Ferevereiro deste ano (faz tempo hein!!), eu escrevi um post sobre automatização de instalação do Webmin, (http://lowcypher.blogspot.com.br/2014/02/script-para-instalacao-automatizada-do.html).
Com base no mesmo script, fiz uns ajustes e adicionei mais algumas linhas.
Agora é possível instalar um ambiente mínimo para desenvolvimento, com Apache, PHP e MySQL. Adicionando no final da instalação um arquivo phpinfo para verificação da instalação do php.
Este script não faz a configuração do home_dir do apache, nem mesmo a configuração de Virtual Hosts também. Deixa o ambiente mínimo de desenvolvimento, como eu disse no início.
Foi feito no Linux Mint 17.1 codinome Rebecca. Com alguns ajustes pode ser utilizado em qualquer distro com base em Debian, Ubuntu ou qualquer outra distro Linux.
Abaixo segue o script com as linhas comentadas.
#!/bin/bash
##########################################
#Autor: LowCypher Augur
#script feito em 2014-12-17 - atualizado em 2014-12-18
#teste feitos em: Linux Mint 17.1 - variante do ubuntu
#
#não foram feitos testes em outras versões do Mint nem mesmo
#em outras variantes do Debian ou Ubuntu
#
#ajuste conforme necessário
#
##########################################
#adicionando repositorio do webmin
echo deb http://download.webmin.com/download/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&
echo deb http://webmin.mirror.somersettechsolutions.co.uk/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&
#copiando o arquivo da chave do apt-key para o diretorio root - aplicando a chave no apt
cd /root &&
wget http://www.webmin.com/jcameron-key.asc &&
apt-key add jcameron-key.asc
#atualizando o apt - instalando o webmin
apt-get update && apt-get install webmin -y
#instalando os pacotes do ssh - mysql - apache2 - php5 - pacotes básicos para o ambiente de desenvolvimento
apt-get install openssh-server mysql-server mysql-client apache2 php-pear php5-cli php5-common php5-mcrypt php5-imagick php5-json php5-xmlrpc php5-gd php5-mysql libapache2-mod-php5 phpmyadmin -y
#criando o arquivo phpinfo.php para verificacao da instalacao do php
#altere o diretorio do document root do apache se esse abaixo não for o apropriado
#obs: instalacoes novas do ubuntu apontam para o diretorio abaixo
echo "" >> /var/www/html/phpinfo.php
Com base no mesmo script, fiz uns ajustes e adicionei mais algumas linhas.
Agora é possível instalar um ambiente mínimo para desenvolvimento, com Apache, PHP e MySQL. Adicionando no final da instalação um arquivo phpinfo para verificação da instalação do php.
Este script não faz a configuração do home_dir do apache, nem mesmo a configuração de Virtual Hosts também. Deixa o ambiente mínimo de desenvolvimento, como eu disse no início.
Foi feito no Linux Mint 17.1 codinome Rebecca. Com alguns ajustes pode ser utilizado em qualquer distro com base em Debian, Ubuntu ou qualquer outra distro Linux.
Abaixo segue o script com as linhas comentadas.
#!/bin/bash
##########################################
#Autor: LowCypher Augur
#script feito em 2014-12-17 - atualizado em 2014-12-18
#teste feitos em: Linux Mint 17.1 - variante do ubuntu
#
#não foram feitos testes em outras versões do Mint nem mesmo
#em outras variantes do Debian ou Ubuntu
#
#ajuste conforme necessário
#
##########################################
#adicionando repositorio do webmin
echo deb http://download.webmin.com/download/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&
echo deb http://webmin.mirror.somersettechsolutions.co.uk/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&
#copiando o arquivo da chave do apt-key para o diretorio root - aplicando a chave no apt
cd /root &&
wget http://www.webmin.com/jcameron-key.asc &&
apt-key add jcameron-key.asc
#atualizando o apt - instalando o webmin
apt-get update && apt-get install webmin -y
#instalando os pacotes do ssh - mysql - apache2 - php5 - pacotes básicos para o ambiente de desenvolvimento
apt-get install openssh-server mysql-server mysql-client apache2 php-pear php5-cli php5-common php5-mcrypt php5-imagick php5-json php5-xmlrpc php5-gd php5-mysql libapache2-mod-php5 phpmyadmin -y
#criando o arquivo phpinfo.php para verificacao da instalacao do php
#altere o diretorio do document root do apache se esse abaixo não for o apropriado
#obs: instalacoes novas do ubuntu apontam para o diretorio abaixo
echo "" >> /var/www/html/phpinfo.php
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Infanticídio Falácia
No dia 07-12-2014 foi mostrada num programa de audiência nacional uma reportagem com a chamada sobre Infanticídio, direito á vida e etc.
De acordo com o dicionário priberam.pt:
in·fan·ti·cí·di·o
(latim infanticidium, -ii)
substantivo masculino
Morte dada voluntariamente a uma criança, a um recém-nascido.
"infanticídio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/infantic%C3%ADdio
Agora a questão é:
onde esta prática é considerada por acordo comum ou tratado social, crime?
Resposta:
em culturas que por convenção, acordos e tratados sociais transformaram em lei que esta prática é crime. Simples.
Em culturas que não consideram esta prática como crime, qual deve ser o tratamento para com esta referida cultura?
Deve-se haver uma intevenção forçada para que se acabe esta prática? Para que vire crime?
Outra questão que se desdobra em outra ou outras, é quem ou qual grupo, definiu como e quaando interferir em culturas diversas?
O que define uma cultura como sendo passível de intervenção?
Ou até mesmo se ela é simples demais, primitiva ou atrasada para que seja forçada a seguir as premissas de uma outra cultura que foi definida, por sabe-se lá qual grupo, como a cultura modelo, avançada, civilizada e unificadora de todas as outras?
Com base em dados reais é possível criar informação duvidosa e dúbia. O que é regra geral no mundo.
Foi identificado que a cidade mais violente do Brasil é a cidade de Caracaraí em Roraima, com 19 mil habitantes.
Ao adicionar os números referentes às práticas culturais dos indígenas, o chamado infanticídio, os números se elevaram.
A reportagem está em:
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/12/tradicao-indigena-faz-pais-tirarem-vida-de-crianca-com-deficiencia-fisica.html
A pergunta é: deve-se adicionar esses dados como sendo comum de duas culturas diferentes em que tratam o infanticídio de forma bem distinta, como dados gerais?
Outras perguntas:
deve-se tratar de forma proporcional as mortes violentas por números de habitantes total?
Não é levado em conta a forma como cada cultura entende e trata o conceito de violẽncia? Violência para um povo é o mesmo para outro?
Estão tratando de forma unilateral esta questão. Na verdade estão tratando de forma unilateral qualquer questão onde um grupo menor ou uma minoria está envolvida.
Um pedaço da história:
O pseudo-civilizado chega numa terra onde existem povos indígenas.
Percebe a fragilidade desses povos e a partir daí parte para o mano-militari para conquistar.
Outro grupo pseudo-civilizado, acredita que deve "salvar" as almas perdidas, mostra o cristianismo.
Resultado:
massacres e exterminio de povos e etnias inteiras;
contaminação cultural, levando crenças divergentes às dos nativos e ensinando que estão totalmente errados, contaminação cultural também em todos os comportamentos que os nativos tinham.
contaminação biológica, uma vez que as doenças desses pseudo-civilizados são desconhecidas pelos nativos;
Estes são apenas algumas das coisas que lembramos por alto.
Depois de todas as atrocidades e crimes cometidos contra os nativos, vêm a necessidade hipócrita de redenção sobre os atos dos antepassados, mas na verdade não passa de auto-promoção e politicagem da forma mais porca, vil e que despreza a diversidade de culturas e diversidade da Vida.
Nenhum governo ou grupo dominante tem qualquer interesse em manter e apoiar o pouquíssimo que resta da cultura e tradição dos nativos sobreviventes.
Uma vez que são povos em extinção, pra quê tentar conservar?
Elimine aos poucos até que um dia simplesmente essas pessoas, culturas, povos, sejam somente um rabisco à lápis num canto de um caderno velho de alguma biblioteca ou museu que também será destruído, para dar lugar a um estacionamento, shopping center ou como dizem alguns, ao "progresso".
Ao longo de toda história, observou-se (mas não foi dada nenhuma atenção) que a interferência de uma cultura mais complexa e avançada em outra mais simples e básica, por melhor que sejam as intenções, causam danos irreparáveis. O que dizer então sobre a interferência com intenções destrutivas e gananciosas?
O que são essas pessoas e grupos que podem definir o destino e direção da evolução de outros povos?
Qual a quantidade de pessoas que define que não se deve interferir na cultura e evolução deles? 700? 700 milhões? 7 bilhões?
A história mostrou que todos os povos foram destruídos com interferência, transferências e realocações. O que difere estes povos dos outros povos?
Direito à vida sim, mas e o direito à cultura de um povo que deseja manter seu modo de viver, manter a sua própria vida? Isso não pode ser considerado como Vida?
Em nenhum momento da história foi dado o direito de se ouvir a minoria. Sempre a maioria é dona da verdade absoluta.
Falam, gritam e defendem o direito à vida e o tal de direitos humanos. Até ai, nada de mais. Mas esses mesmos grupos e pessoas com "autoridade" tentaram ou tentam resolver o problema de sua própria cultura no que tange esta questão de infanticídio?
Se extrapolarmos o conceito de infanticídio podemos então ver que crianças abandonadas pelos pais estão em processo de infanticidio? Que crianças que são "adotadas" pelo tráfico de drogas e outros ramos do crime organizado, estão também em processo de infanticídio?
É fácil fazer leis, colocar agentes em campo, para repreender um povo que não vai poder se defender com o mesmo poderio "militar" do governo.
Onde estão estas pessoas tentando parar a força o infanticídio causado pelo tráfico de drogas, crime organizado, abandono dos pais, que é muito maior em números estatísticos?
Onde estão essas pessoas agindo com tanta vontade e determinação para que sua própria cultura possa ser melhor do que elas pré-supõem que seja?
Esconder seus próprios problemas e flagelos para acusar e colocar em evidência os dos outros, que foram causados pelos seus próprios pais e até mesmo eles, é muito mais conveniente e lucrativo.
A cada dia a hipocrisia e a mediocridade são promovidas em todas as suas formas e com todos os esforços possíveis.
Esta é a espécia que infesta o orbe. Humanos.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Listando Arquivos com o Caminho Completo - Linux
E eis que num belo dia, você quer fazer uma lista de arquivos de um diretório, por exemplo o diretório de Músicas.
Você quer que seja mostrado e listado em arquivo ou mesmo em tela o caminho completo do mesmo.
Buscas e mais buscas, pesquisas, lendo os manuais do ls e mesmo assim, nenhum resultado adequado ao que eu queria.
Então em um determinado momento, eu encontro a linha de comando que resolveu minha demanda.
Vamos ao problema em si:
Listar os mp3 de um diretório para montar um playlist com a discografia da banda, mas que tivesse o referencial do caminho absoluto dos arquivos.
Dentro do diretório de Músicas (/home/usuario/Músicas/banda/), usei o seguinte comando:
find "`pwd`" -name *mp3
O resultado foi algo assim:
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/02 Industrial Discipline.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/07 Controlled Demolition.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/05 Christploitation.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/10 Final Exit.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/01 Mechanize.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/08 Designing The Enemy.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/04 Powershifter.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/09 Metallic Division.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/06 Oxidizer.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/03 Fear Campaign.mp3
Saiu todos os discos na lista, mas deixei somente um neste post como exemplo e para que não fique tão extenso.
A saída padrão do comando é a tela. Eu redirecionei para um arquivo usando o mesmo comando apontando para o arquivo destino:
find "`pwd`" -name *mp3 > listageral.pls
Gerou o arquivo com as músicas e tudo direitinho. Mas ficou fora de ordem como é mostrado no exempĺo acima.
A preguiça é grande demais para ficar organizando na mão. Então depois que o arquivo estava pronto, lá foi outro comando legal pra organizar em ordem alfabética o arquivo:
sort listageral.pls > listageral1.pls
Assim o arquivo destino fica em ordem alfabética, como abaixo:
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/01 Mechanize.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/02 Industrial Discipline.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/03 Fear Campaign.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/04 Powershifter.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/05 Christploitation.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/06 Oxidizer.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/07 Controlled Demolition.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/08 Designing The Enemy.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/09 Metallic Division.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/10 Final Exit.mp3
Com o tempo tentarei montar um shell script com os parâmetros apropriados para poder gerar listas de arquivos e diretórios de forma mais simples.
Para complementar, estes outros comandos podem ajudar também, mas ainda não os usei muito bem:
Use este para diretórios:
ls -d -1 $PWD/**
Este para arquivos:
ls -d -1 $PWD/*.*
Este para qualquer coisa:
ls -d -1 $PWD/**/*
Obs: estes últimos colocados como estão trabalham com arquivos/diretórios onde os nomes não são compostos por espaço. Por isso no comando que utilizei o pwd está com aspas simples e também aspas duplas, para pode entender o caracter espaço.
No momento, atendeu minha necessidade. Espero que isso possa ajudar alguém com uma necessidade semelhante.
Fontes de referência:
http://www.zsh.org/mla/users/2002/msg00033.html
http://stackoverflow.com/questions/246215/how-can-i-list-files-with-their-absolute-path-in-linux
Você quer que seja mostrado e listado em arquivo ou mesmo em tela o caminho completo do mesmo.
Buscas e mais buscas, pesquisas, lendo os manuais do ls e mesmo assim, nenhum resultado adequado ao que eu queria.
Então em um determinado momento, eu encontro a linha de comando que resolveu minha demanda.
Vamos ao problema em si:
Listar os mp3 de um diretório para montar um playlist com a discografia da banda, mas que tivesse o referencial do caminho absoluto dos arquivos.
Dentro do diretório de Músicas (/home/usuario/Músicas/banda/), usei o seguinte comando:
find "`pwd`" -name *mp3
O resultado foi algo assim:
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/02 Industrial Discipline.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/07 Controlled Demolition.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/05 Christploitation.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/10 Final Exit.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/01 Mechanize.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/08 Designing The Enemy.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/04 Powershifter.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/09 Metallic Division.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/06 Oxidizer.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/03 Fear Campaign.mp3
Saiu todos os discos na lista, mas deixei somente um neste post como exemplo e para que não fique tão extenso.
A saída padrão do comando é a tela. Eu redirecionei para um arquivo usando o mesmo comando apontando para o arquivo destino:
find "`pwd`" -name *mp3 > listageral.pls
Gerou o arquivo com as músicas e tudo direitinho. Mas ficou fora de ordem como é mostrado no exempĺo acima.
A preguiça é grande demais para ficar organizando na mão. Então depois que o arquivo estava pronto, lá foi outro comando legal pra organizar em ordem alfabética o arquivo:
sort listageral.pls > listageral1.pls
Assim o arquivo destino fica em ordem alfabética, como abaixo:
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/01 Mechanize.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/02 Industrial Discipline.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/03 Fear Campaign.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/04 Powershifter.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/05 Christploitation.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/06 Oxidizer.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/07 Controlled Demolition.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/08 Designing The Enemy.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/09 Metallic Division.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/10 Final Exit.mp3
Com o tempo tentarei montar um shell script com os parâmetros apropriados para poder gerar listas de arquivos e diretórios de forma mais simples.
Para complementar, estes outros comandos podem ajudar também, mas ainda não os usei muito bem:
Use este para diretórios:
ls -d -1 $PWD/**
Este para arquivos:
ls -d -1 $PWD/*.*
Este para qualquer coisa:
ls -d -1 $PWD/**/*
Obs: estes últimos colocados como estão trabalham com arquivos/diretórios onde os nomes não são compostos por espaço. Por isso no comando que utilizei o pwd está com aspas simples e também aspas duplas, para pode entender o caracter espaço.
No momento, atendeu minha necessidade. Espero que isso possa ajudar alguém com uma necessidade semelhante.
Fontes de referência:
http://www.zsh.org/mla/users/2002/msg00033.html
http://stackoverflow.com/questions/246215/how-can-i-list-files-with-their-absolute-path-in-linux
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Script para instalação automatizada do Webmin
Quem utiliza sistemas Linux sabe o quão poderoso é o terminal. Mas também sabe que quando se tem uma ferramenta que facilita o uso e gerenciamento do sistema, acaba por utilizá-lo.
Neste caso o facilitador é o Webmin (http://www.webmin.com). Não entrarei em detalhes desta ferramenta em si, e sim no modelo de instalação em sistemas Debian-Like.
Por várias vezes fiz as instalações do webmin seguindo as instruções do site oficial (http://www.webmin.com/deb.html), seguindo o passo a passo para o respositório Debian e tudo o mais.
O que farei aqui é simplesmente mostrar o script que faz isso somente com um comando e voilá, ele instala o Webmin e pronto.
Então vamos ao script:
#!/bin/bash
echo deb http://download.webmin.com/download/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&
echo deb http://webmin.mirror.somersettechsolutions.co.uk/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&
cd /root &&
wget http://www.webmin.com/jcameron-key.asc &&
apt-key add jcameron-key.asc
apt-get update && apt-get install webmin -y
Copie e cole num arquivo texto. Use o gedit ou o editor de sua preferência. Salve com um nome qualquer.
Como usuário root, altere as permissões do arquivo para execução.
No meu caso eu salvei como webmin.sh e depois eu digitei o comando chmod +x webmin.sh
Depois disso é só executá-lo usando a sintaxe padrão que é ./webmin.sh
O script vai adicionar o repositório do webmin, vai mudar para o diretório /root para baixar o arquivo de chave de autenticação do site, vai adicionar a chave no apt, atualizar a base de repositórios e finalizar com a instalação do webmin.
Tudo isso sem perguntar nada ao usuário.
Finalizado, vá ao navegador e digite o endereço: https://127.0.0.1:10000.
Será mostrada a tela de acesso a um site com ssl. Aceite as condições e pronto, será mostrada a tela de login do sistema Webmin.
Entre com o usuário root e respectiva senha para utilizá-lo.
Simples.
Neste caso o facilitador é o Webmin (http://www.webmin.com). Não entrarei em detalhes desta ferramenta em si, e sim no modelo de instalação em sistemas Debian-Like.
Por várias vezes fiz as instalações do webmin seguindo as instruções do site oficial (http://www.webmin.com/deb.html), seguindo o passo a passo para o respositório Debian e tudo o mais.
O que farei aqui é simplesmente mostrar o script que faz isso somente com um comando e voilá, ele instala o Webmin e pronto.
Então vamos ao script:
#!/bin/bash
echo deb http://download.webmin.com/download/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&
echo deb http://webmin.mirror.somersettechsolutions.co.uk/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&
cd /root &&
wget http://www.webmin.com/jcameron-key.asc &&
apt-key add jcameron-key.asc
apt-get update && apt-get install webmin -y
Copie e cole num arquivo texto. Use o gedit ou o editor de sua preferência. Salve com um nome qualquer.
Como usuário root, altere as permissões do arquivo para execução.
No meu caso eu salvei como webmin.sh e depois eu digitei o comando chmod +x webmin.sh
Depois disso é só executá-lo usando a sintaxe padrão que é ./webmin.sh
O script vai adicionar o repositório do webmin, vai mudar para o diretório /root para baixar o arquivo de chave de autenticação do site, vai adicionar a chave no apt, atualizar a base de repositórios e finalizar com a instalação do webmin.
Tudo isso sem perguntar nada ao usuário.
Finalizado, vá ao navegador e digite o endereço: https://127.0.0.1:10000.
Será mostrada a tela de acesso a um site com ssl. Aceite as condições e pronto, será mostrada a tela de login do sistema Webmin.
Entre com o usuário root e respectiva senha para utilizá-lo.
Simples.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Conexão USB - Android 4.x - mtpfs - Linux
Android 4.x - mtpfs - Linux
E num belo dia você tem em mãos
um dipositivo Samsung com android, versão 4.x ou outra versão que
utiliza o MTP e ... MTP? que treko é esse?
Tudo bem, la vaí: esse treko é o protocolo de
transferência de mídia.
Com o tempo ele passou a ser
mais utilizado e portanto ficou mais complicado conectá-lo numa
máquina linux via cabo USB.
Tanto em
Windows como em MacOS, temos o Kies da Samsung para seus respectivos
dispositivos e o windows acaba por reconhecer o dispositivo como uma
câmera ou um pendrive.
No caso de sistemas Linux isso não ocorre.
Para o Linux teremos que
utilizar um pacote que trata o MPT como um sistema de arquivo, o
mtpfs. O pacote é o go-mtpfs.
Após várias pesquisas, tentativas e erros, até
que o resultado não foi ruim.
Então
vamos aos procedimentos básicos que funcionou comigo. Detalhe: não
é necessário ter o aparelho "rooteado".
Foi
testado num Linux Mint Nadia – 14. Talvez haja algumas pequenas
diferenças entre as variações das distros baseadas em Debian ou
Ubuntu, mas creio que sejam poucas.
Como
estamos conectando um dispositivo que utiliza o sistema de montagem
de discos do linux, é natural que o recurso utilizado seja com base
em sistema de arquivos, partições e etc.
Vamos abrir o terminal e digitar os comandos abaixo,
um por vez.
sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/unstable
sudo apt-get update
sudo apt-get install go-mtpfs
Explicando:
o primeiro comando adiciona o repositorio ppa
webupd8;
o segundo comando atualiza os repositórios;
o terceiro instala o pacote go-mtpfs
sudo apt-get install go-mtpfs-unity mtpfs
Este
último faz com que tenha o ícone do android no dash do unity. No
meu caso eu fiz tudo pelo terminal mesmo, uma vez que utilizei o
LInux Mint e não o Ubuntu, sendo que para mim foi mais fácil.
Após todo
esse trabalho exaustivo e várias linhas de comandos, vamos então
conectar o dispositivo. Após a conexão ele mostrará que está no
modo de USB de conexão.
go-mtpfs /media/MyAdroid
Este comando irá montar o
dispotivo conectado no diretório /media/MyAndroid que ele cria por
padrão. Mantenha desta forma.
Abra o seu
gerenciador de arquivo e localize o dispositivo montato em MyAdroid,
provavelmente como Phone. Se ele tiver um cartão de memória será
mostrado também, com o nome de Card.
Pronto, já é possível
navegar entre os diretórios. Note que mesmo sendo partições ou
"discos" diferentes, ele monta no mesmo ponto de montagem,
o MyAndroid.
Então no terminal (vai ter que utilizar sim, sem
medo), utilizar os comandos como root.
umount /media/MyAndroid
Pode
parecer complicado, mas na verdade é simples. Uma das coisas boas do
software livre e opensource é que quando uma solução é
encontrada, ela acaba por ficar mais simplificada e fácil com o
decorrer do tempo.
Fontes de referência:
http://www.mysolutions.it/mounting-your-mtp-androids-sd-card-on-ubuntu/
http://community.linuxmint.com/tutorial/view/1185
http://diadialinux.wordpress.com/2013/02/08/montar-android-4-0-no-ubuntu-usando-mtpfs-mtp/
http://www.webupd8.org/2012/12/how-to-mount-android-40-ubuntu-go-mtpfs.html
sexta-feira, 1 de março de 2013
Instalando Cisco Packet Tracer 5.3.3 em linux Debian/Ubuntu
Para quem estuda
roteadores Cisco, uma das ferramentas essenciais para os estudos e
labs é a aplicação da própria Cisco, o Packet Tracer.
Na versão 5.3.2, tudo
ia de vento em popa, até que um belo dia, um lab que você conseguiu
fazer e salvou na versão 5.3.3 não abre na versão 5.3.2. Até aí
nada de mais, só é necessário você atualizar a versão e pronto.
Mas como nem tudo na
vida é exatamente como queremos, eis que surge um pequeno
contratempo para que essa atualização aconteça. Se você estiver
na mesma situação que eu, que utiliza linux, então você terá
sim, um contratempo. E não é o linux o que causa o contratempo e
sim a forma como o aplicativo foi remodelado em sua instalação,
como veremos mais adiante. Se você utiliza RuWindows, então nem
precisa ler este documento. Siga o padrão NNF (next, next, finish) e
pronto.
Algo que poderia ser
simples como nas versões anteriores, tornou-se incômodo na 5.3.3.
Bom, já reclamei
demais. Então vamos aos procedimentos.
Baixe o pacote do Packet
Tracer 5.3.3 para linux, em formato .bin e salve em qualquer
diretório de sua máquina.
Obs: se você tiver
instalado a versão 5.3.2 do Packet Tracer, é recomendada, mas não
obrigatório, a remoção dessa versão. Se a versão instalado
estiver n o diretório /opt/pt que é o padrão, a mesma continuará
no mesmo local, uma vez que a versão 5.3.3 é instalada em outro
diretório, como veremos mais a adiante. Esta recomendação é para
evitar confusão quando da execução do aplicativo 5.3.2 e 5.3.3.
Não haverá conflito entre eles, mas poderá haver confusão pelo
lado do usuário. Comando para remoção do pacote 5.3.2, como root:
dpkg -r PacketTracer
Em seguida, como usuário
root (logue-se com “sudo su” no ubuntu ou “su -” no Debian,
dê-lhe permissão de execução:
chmod +x Packet Tracer
v5.3.3 Application only Linux-Ubuntu.bin
Agora que você já
deixou o arquivo como um executável, vamos executá-lo: ./Packet
Tracer v5.3.3 Application only Linux-Ubuntu.bin e voilá não vai
funcionar. Por que?
Simples, o nome do
arquivo está com espaços e o instalador não consegue localizar
algum outro arquivo ou instrução, ou seja, você terá que renomear
o arquivo para algo que não possua espaços no nome.
Então, tente algo como:
mv Packet Tracer v5.3.3 Application only Linux-Ubuntu.bin
packettracer.bin
Para facilitar e evitar
erros na digitação, utilize a tecla tab após digitar a letra P do
nome do arquivo, assim ele autocompleta o nome do arquivo.
Obs: lembrando que
sistemas sérios fazem distinção entre caracteres maiúsculos e
minúsculos, portanto atenção.
Pronto, agora sim, você
pode executar o arquivo, como sugerido o nome: ./packettracer.bin
Após o comando será
mostrado a EULA do aplicativo. Para rolar a página até o fim,
utilize a tecla Enter para conseguir chegar até o final, tomando
cuidado para quando chegar na marcação de 99% e não ultrapassar,
senão ele volta para o prompt e terá que começar novamente. No
final, quando visualizar o questionamento se aceita a licença, tecle
Y e enter. Inicia-se então a instalação da aplicação.
Pronto, ao término da
instalação terá o Packet Tracer 5.3.3 pronto para uso.
E então quando você
digitar, no seu terminal do seu usuário o comando packettracer, nada
acontecerá e ainda lhe retornará uma mensagem de erro. Muito bom
isso não é?
O motivo para isso é
que mudaram os diretórios de instalação. Então vamos corrigir os
apontamentos para o executável da aplicação.
/usr/local/PacketTracer5/
diretório de instalação, onde está o executável “packettracer”
Para facilitar a vida
vamos criar um link simbólico para este executável.
ln -s
/usr/local/PacketTracer5/packettracer /usr/sbin/packet
Explicando o comando:
ln -s cria um link do
aplicativo que está em /usr/local/PacketTracer5/packettracer para o
diretório /usr/sbin/ com o nome do link como packet. No diretório
/usr/sbin facilita o uso do aplicativo, uma vez que pode ser chamado
em qualquer outro diretório.
Feito isso, ao digitar o
comando que você digitou no link simbólico, no caso o packet, o
Pack Tracer 5.3.3 abrirá, conforme a tela abaixo.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Petição - Salve a Amazônia
Desmatamento zero é a proposta do Greenpeace e creio que seja também de qualquer pessoa ou cidadão que sabe que o dematamento já ultrapassou limites toleráveis há muito tempo.
Segue o descritivo sobre a petição do Greenpeace. Este texto está no site da entidade e o link para a assinatura da petição, também estão ao lado.
Segue o descritivo sobre a petição do Greenpeace. Este texto está no site da entidade e o link para a assinatura da petição, também estão ao lado.
- Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros –
é um direito. Você pode escrever a história e conservar o patrimônio
ambiental do país ao apoiar a proposta de lei popular do desmatamento zero, que visa a evitar grandes desmatamentos e o aumento das áreas degradadas.
-
Uma lei popular precisa de 1,4 milhão de
assinaturas de eleitores para ser aceita pelo Congresso. É o primeiro
obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar
que a voz do povo chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do
Greenpeace vemos obstáculos como incentivos, e convidamos você a fazer o
mesmo.
-
Você é a favor do desmatamento da Amazônia e das
outras florestas brasileiras? Nem a gente. O Brasil já tem área
desmatada suficiente para dobrar sua produção de alimentos; basta que o
campo receba investimentos em eficiência na produção e recuperação de
áreas desmatadas. É para isso que servirá a lei do desmatamento zero.
- Ajude a salvar as florestas do Brasil com o reforço dos seus amigos, e ainda entrar em uma competição emocionante para ganhar uma camisetas e kit com suvenirs do Greenpeace – é uma forma divertida de exercer a cidadania.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Vídeo da TV IG
Por acaso, uma colega do serviço me disse que havia visto um
vídeo na internet, que era sobre dicas de informática e etc. e que já tinha visto o o técnico que estava dando as dicas.
Procurei e para minha surpresa, encontrei. Eu não me lembrava mesmo deste vídeo feito em 27/08/2010 mas só foi publicado em 18/04/2011.
Nem fiquei sabendo da data da publicação.
Foi editado e retirado várias coisas, principalmente sobre Linux e Unix, mas mesmo assim, achei válida a iniciativa deles.
Segue o link para a o vídeo. O indivíduo que está neste vídeo é muito estranho, mas é um cara legal.
http://tvig.ig.com.br/variedades/nao+se+engane+tecnico+em+informatica-8a4980262f5c4237012f68d0aade031a.html
Procurei e para minha surpresa, encontrei. Eu não me lembrava mesmo deste vídeo feito em 27/08/2010 mas só foi publicado em 18/04/2011.
Nem fiquei sabendo da data da publicação.
Foi editado e retirado várias coisas, principalmente sobre Linux e Unix, mas mesmo assim, achei válida a iniciativa deles.
Segue o link para a o vídeo. O indivíduo que está neste vídeo é muito estranho, mas é um cara legal.
http://tvig.ig.com.br/variedades/nao+se+engane+tecnico+em+informatica-8a4980262f5c4237012f68d0aade031a.html
Fim de ano, Natal e etc.
Depois de muito, mas muito tempo mesmo, tentarei ter um pouco mais de atenção este blog, que mesmo sendo simples e sem descompromissado, é interessante para deixar alguns pensamentos e idéias.
Fim de ano, Natal e etc.
E já que a tradição é dizer coisas inspiradoras e que incentivam o indivíduo a realizar outras coisas, então vamos seguir a tradição, com algumas ressalvas, claro.
Ilusões, medos, esperanças, crenças, superstições, espírito natalino entre outros sentimentos e percepções, é o que todos espalham nessa época, muitas vezes sem perceber ou se dar conta disso.
Então, tentarei ser o mais natalino po...ssível e desde boas festas e comemorações, sejam elas quais forem.
Que este ciclo que se encerra, seja visto como um ciclo natural e simples.
Que todas as ilusões que estão povoando sues pensamentos, sejam extirpados e eliminados, deixando sua mente limpa e clara como a água.
Que suas esperanças sejam deixadas de lado, empoeirando até que se desmancharem junto com seus sentimentos de confraternização e amizades sazonais, como normalmente a maioria das pessoas fazem nesta época tão reverenciada e adorada.
Que elas sejam substituídas por vontade e ação permanentes, independente da época, fazendo que mesmo que não alcance seus objetivos em sua totalidade, que aprenda como alcançá-los e se autoavaliar neste processo.
Que suas crenças sejam revistas e arquivadas e dêem lugar para o saber, tirando assim suas superstições e medos do que se desconhece ou da fuga de se conhecer e saber que essas crenças estão equivocadas. Que as possibilidades e probabilidades presentes em sua vida e sejam mais acreditadas do que as próprias crenças.
Que seus medos possam ser controlados por você e não você por ele, impedindo que cresça e supere a si mesmo.
Que a vontade de competição seja para consigo mesmo e não com para com outros.
Com outros, que a colaboração e cooperação sejam uma constante e não uma variável.
Que essa falsidade de espirito natalino, que se espalha, seja expurgado juntamente com todos os hipócritas e aproveitadores, se tornando assim este que chamam de espirito natalino, seja verdadeiro.
Que a vontade de criar, auxiliar, manter, não desapareça com as dificuldades criadas por indivíduos medíocres e atrasados.
Reverenciem as infinitas possibilidades, as infinitas diversidades em infinitas combinações, que cria novas possibilidades num ciclo infinito.
Boas festas a todos.
Fim de ano, Natal e etc.
E já que a tradição é dizer coisas inspiradoras e que incentivam o indivíduo a realizar outras coisas, então vamos seguir a tradição, com algumas ressalvas, claro.
Ilusões, medos, esperanças, crenças, superstições, espírito natalino entre outros sentimentos e percepções, é o que todos espalham nessa época, muitas vezes sem perceber ou se dar conta disso.
Então, tentarei ser o mais natalino po...ssível e desde boas festas e comemorações, sejam elas quais forem.
Que este ciclo que se encerra, seja visto como um ciclo natural e simples.
Que todas as ilusões que estão povoando sues pensamentos, sejam extirpados e eliminados, deixando sua mente limpa e clara como a água.
Que suas esperanças sejam deixadas de lado, empoeirando até que se desmancharem junto com seus sentimentos de confraternização e amizades sazonais, como normalmente a maioria das pessoas fazem nesta época tão reverenciada e adorada.
Que elas sejam substituídas por vontade e ação permanentes, independente da época, fazendo que mesmo que não alcance seus objetivos em sua totalidade, que aprenda como alcançá-los e se autoavaliar neste processo.
Que suas crenças sejam revistas e arquivadas e dêem lugar para o saber, tirando assim suas superstições e medos do que se desconhece ou da fuga de se conhecer e saber que essas crenças estão equivocadas. Que as possibilidades e probabilidades presentes em sua vida e sejam mais acreditadas do que as próprias crenças.
Que seus medos possam ser controlados por você e não você por ele, impedindo que cresça e supere a si mesmo.
Que a vontade de competição seja para consigo mesmo e não com para com outros.
Com outros, que a colaboração e cooperação sejam uma constante e não uma variável.
Que essa falsidade de espirito natalino, que se espalha, seja expurgado juntamente com todos os hipócritas e aproveitadores, se tornando assim este que chamam de espirito natalino, seja verdadeiro.
Que a vontade de criar, auxiliar, manter, não desapareça com as dificuldades criadas por indivíduos medíocres e atrasados.
Reverenciem as infinitas possibilidades, as infinitas diversidades em infinitas combinações, que cria novas possibilidades num ciclo infinito.
Boas festas a todos.
domingo, 11 de outubro de 2009
Virtualis
Virtualizar ou não virtualizar, eis a questão!!
No meu caso foi até simples adotar o método de virtualizar s.o. para uso como desktop ou até mesmo servidores.
Como eu ainda não me sinto seguro em ficar "hackeando" o iphone para ser utilizado com o linux (mas que é uma tentação, isso é), eu utilizo um rwindows xp dentro do linux no netbook. Roda que é uma beleza. Serve somente para isso mesmo, sincronizar os trekos de e para o iphone.
E aqui vai uma dica, que creio eu, muitos dos técnicos já observaram:
quando necessitarem de alguma aplicação que fique amarrada ao MAC Address da máquina e seja necessário ficar migrando de uma maquina para outra, eis que o virutalbox vem para salvar o dia. Configure e ajuste tudo o que for necessário e depois é só exportar a máquina virtual. Na máquina hospedeira onde deverá rodar definitivamente a virtual, importe os arquivos que foram exportados e pronto, voilá, funciona como se nunca tivesse sido mudado de hospedeiro.
Mas um cuidado deve ser tomado: verifique antes quais as compatibilidades das placas de rede dos hospedeiros, pois eu já tive problemas com equipamentos muito diferentes.
Diferentes mesmo, como um desktop dual core (hospedeiro original) e um servidor HP com dois quad core 64 bits. Até aí nada de mais, mas as placas de rede não eram suportadas pelo virtual box para a maquina virtual. Tive que remodelar o projeto. Tive que usar outro equipamento, mas ainda estou pesquisando para que o projeto inicial seja concluído. Caso eu tenha sucesso, postarei aqui.
No meu caso foi até simples adotar o método de virtualizar s.o. para uso como desktop ou até mesmo servidores.
Como eu ainda não me sinto seguro em ficar "hackeando" o iphone para ser utilizado com o linux (mas que é uma tentação, isso é), eu utilizo um rwindows xp dentro do linux no netbook. Roda que é uma beleza. Serve somente para isso mesmo, sincronizar os trekos de e para o iphone.
E aqui vai uma dica, que creio eu, muitos dos técnicos já observaram:
quando necessitarem de alguma aplicação que fique amarrada ao MAC Address da máquina e seja necessário ficar migrando de uma maquina para outra, eis que o virutalbox vem para salvar o dia. Configure e ajuste tudo o que for necessário e depois é só exportar a máquina virtual. Na máquina hospedeira onde deverá rodar definitivamente a virtual, importe os arquivos que foram exportados e pronto, voilá, funciona como se nunca tivesse sido mudado de hospedeiro.
Mas um cuidado deve ser tomado: verifique antes quais as compatibilidades das placas de rede dos hospedeiros, pois eu já tive problemas com equipamentos muito diferentes.
Diferentes mesmo, como um desktop dual core (hospedeiro original) e um servidor HP com dois quad core 64 bits. Até aí nada de mais, mas as placas de rede não eram suportadas pelo virtual box para a maquina virtual. Tive que remodelar o projeto. Tive que usar outro equipamento, mas ainda estou pesquisando para que o projeto inicial seja concluído. Caso eu tenha sucesso, postarei aqui.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Usando ssh com ubuntu e/ou debian
Uma das coisas que você se acostuma em sistemas Unix Like é a praticidade e facilidade de uso de suas ferramentas. Neste caso é com o acesso remoto via SSH. Rápido, prático e seguro.
Podemos tanto utilizar os recursos em modo texto como também as ferramentas gráficas que as distros dispõe.
Mas uma coisa que não atentamos é que essa facilidade, dependendo de qual sabor de linux estamos acostumados, pode nos deixar a ver navios, quando por ventura, utilizamos uma distro diferente da habitual.
Algumas distros não impedem que você utilize aplicações X via SSh sem ter que fazer algumas configurações ou adicionar parâmetros nas linhas de comandos quando as invocamos.
No meu caso, a situação é mais simples.
Ex: em uma estação a distro é Mandriva e em outra também. Simples, foi só logar na estação remota via ssh e após isso, chamar qualquer aplicação gráfica diretamente no console. Um belo dia, simplesmente trocamos a distro da estação remota para Debian Lenny, e tentei novamente seguindo o mesmo caminho e voilá .... nao deu certo!!! Como sempre acontece comigo, "mudou a cor da grama, o burro morre de fome"!!
Após várias tentativas sem sucesso, vamos ler um pouco e descobrir o que deu errado!! Alteramos o arquivo /etc/sshd_config e /etc/group e pronto já foi possível fazer o mesmo que antes.
Depois de alguns dias, tentamos utilizar o Ubuntu 9.04 para acessar a estação remota (Debian Lenny) e no modo texto tranquilo, mas para aplicações gráficas, erros interessantes. Novamente quase morri de fome, pois mudou a cor da grama novamente.
Mas nesse caso foi bem mais simples, pois já sabia que o Lenny já estava funcionando adequadamente. Portanto era somente entender como o Ubuntu tratava os acessos e respostas do SSH.
Uma pesquisa rápida pelo man do SSH e algumas tentativas com erros e acertos (mais erros que acertos, hehe) no final consegui resolver e acessar as aplicações tranquilamente.
Segue abaixo a linha de comando com seus parâmetros com breves comentários.
Para acesso a estação remota usamos o seguinte comando:
ssh -l usuario -Y
O parametro -l indica usuário que vai se logar na maquina remota; caso seja omitido, o ssh assume o usuário local como o que deverá se logar remotamente, mas não havendo esse usuário na máquina remota, simples, não vai conseguir logar.
O -Y faz a chamada ao servidor X para poder exportar as aplicações. Depois de resolvido, ficou simples.
Outra dica: pode acontecer que o ssh na hora da troca de chave com a estação remota não encontre a mesma chave do hosts, reportando um possível ataque ou sniffer de rede.
Normalmente isso acontece porque foi feita uma nova instalação no host remoto, troca de chave, ou ip, ou até mesmo uma troca de distro, como no meu caso. A máquina continuou com o mesmo ip e MAC, mas a chave mudou.
Eu fiz do jeito mais fácil: simplesmente renomeei o arqivo known_hosts que fica em /home/usuario/.ssh/ e resolvido.
Há mais dicas sobre ssh em http://www.zago.eti.br/ssh/
Podemos tanto utilizar os recursos em modo texto como também as ferramentas gráficas que as distros dispõe.
Mas uma coisa que não atentamos é que essa facilidade, dependendo de qual sabor de linux estamos acostumados, pode nos deixar a ver navios, quando por ventura, utilizamos uma distro diferente da habitual.
Algumas distros não impedem que você utilize aplicações X via SSh sem ter que fazer algumas configurações ou adicionar parâmetros nas linhas de comandos quando as invocamos.
No meu caso, a situação é mais simples.
Ex: em uma estação a distro é Mandriva e em outra também. Simples, foi só logar na estação remota via ssh e após isso, chamar qualquer aplicação gráfica diretamente no console. Um belo dia, simplesmente trocamos a distro da estação remota para Debian Lenny, e tentei novamente seguindo o mesmo caminho e voilá .... nao deu certo!!! Como sempre acontece comigo, "mudou a cor da grama, o burro morre de fome"!!
Após várias tentativas sem sucesso, vamos ler um pouco e descobrir o que deu errado!! Alteramos o arquivo /etc/sshd_config e /etc/group e pronto já foi possível fazer o mesmo que antes.
Depois de alguns dias, tentamos utilizar o Ubuntu 9.04 para acessar a estação remota (Debian Lenny) e no modo texto tranquilo, mas para aplicações gráficas, erros interessantes. Novamente quase morri de fome, pois mudou a cor da grama novamente.
Mas nesse caso foi bem mais simples, pois já sabia que o Lenny já estava funcionando adequadamente. Portanto era somente entender como o Ubuntu tratava os acessos e respostas do SSH.
Uma pesquisa rápida pelo man do SSH e algumas tentativas com erros e acertos (mais erros que acertos, hehe) no final consegui resolver e acessar as aplicações tranquilamente.
Segue abaixo a linha de comando com seus parâmetros com breves comentários.
Para acesso a estação remota usamos o seguinte comando:
ssh -l usuario -Y
O parametro -l indica usuário que vai se logar na maquina remota; caso seja omitido, o ssh assume o usuário local como o que deverá se logar remotamente, mas não havendo esse usuário na máquina remota, simples, não vai conseguir logar.
O -Y faz a chamada ao servidor X para poder exportar as aplicações. Depois de resolvido, ficou simples.
Outra dica: pode acontecer que o ssh na hora da troca de chave com a estação remota não encontre a mesma chave do hosts, reportando um possível ataque ou sniffer de rede.
Normalmente isso acontece porque foi feita uma nova instalação no host remoto, troca de chave, ou ip, ou até mesmo uma troca de distro, como no meu caso. A máquina continuou com o mesmo ip e MAC, mas a chave mudou.
Eu fiz do jeito mais fácil: simplesmente renomeei o arqivo known_hosts que fica em /home/usuario/.ssh/ e resolvido.
Há mais dicas sobre ssh em http://www.zago.eti.br/ssh/
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Ética Hacker
Depois de algum tempo encontrei este texto dando uma breve descrição do assunto, uma vez que este é de ampla complexidade.
Segue uma descrição de ética e seguida o texto. Lembrando que este é uma compilação de idéias e que as referências estão na rede e que não possuo as referências originais, infelizmente.
Segue:
Ética:
A palavra Ética é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores), que significa costumes, derivou-se a palavra moral. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo - sociedade.
Referencia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ética
Ética Hacker
O código de ética hacker, apesar de não estar escrito, existe. Esse código,
"socializador, de abertura e descentralização", foi compilado dentro do MIT por volta dos anos 60, recebendo a influência tipicamente libertária da época. Basicamente são seis os vetores principais:
1.O acesso à Internet e aos computadores deve ser ilimitado e completo. A alfabetização tecnológica do povo é o caminho para o conhecimento e o conhecimento é a chave para a libertação.
2.Toda informação, sem exceção, deve estar disponível para todos. A divisão da informação é um bem potente para o crescimento da democracia e contra o controle político da elite tecnocrata. O dever ético do hacker é a repartição de seu saber com o resto da comunicade apartada da sociedade. O copyright é um conceito superado.
3.Furtos, destruição de privacidade, vandalismo e dano a sistemas da informação, ferem a ética hacker. Invadir sistemas com o intuito de explorar e se divertir é éticamente correto.
4.Questionar as autoridades. Promover a descentralização. A burocracia industrial, governamental e universitária, é inconciliável com o espírito de pesquisa construtiva e inovadora do hacker. A utopia hacker é "levar o computador às massas"
5.O hacker deve ser julgado pelos seus atos e não por critérios de qualificação, etnia, gênero ou status social.
6.Com um computador se cria arte. Ele é a extensão ilimitada da própria imaginação pessoal.
O computador e a Internet são as novas armas de transformação e construção da realidade. E o dever do hacker é evitar que eles se tornem instrumentos de opressão.
Da Filosofia ao Social
Em alguns sites invadidos aqui e acolá, algum haker rememorou Nietzsche, filósofo existencialista que convulsionou a Europa do século XIX.
Em sua crítica voraz à civilização, o conservadorismo e a procedência dos “valores absolutos” implantados na sociedade da época.
A mente do hacker também passeia pelos campos explosivos do filósofo. Ele é um pesquisador por natureza. Almeja o ápice de suas capacidades para depois transcender esse ponto. Luta pelo conhecimento, pela informação. A liberdade em todos os seus vastos sentidos é seu principal objetivo.
A amplitude do conceito hacker não se restringe à tecnologia, alastra-se para qualquer atividade que envolva o intelecto. Nietzsche, por exemplo, foi um hacker da filosofia, assim como há hackers da música, das artes plásticas e da engenharia.
Na área de softwares computacionais, o conceito aplica-se a especialistas de segurança, programadores que criam aplicativos de livre distribuição, estudantes, beta-testers.
Segundo Eric Raymond, um dos maiores doutrinadores desse universo, o hacker é caracterizado pela inquietação intelectual; pelo desejo incansável de solucionar problemas, moldando sua perícia e exercitando a inteligência; pela voluntariedade em difundir conhecimento; pelo ideal de justiça; e pelo repúdio a qualquer forma de autoritarismo.
Temos visto equívocos terríveis na conceituação do hacker. O hacker direciona o seu potencial para construir, e em hipótese atípicas usa seus dons de forma abusiva. Já o cracker produz ataques lesivos às suas vítimas, na maioria dos casos, uma vez que até mesmo o termo cracker ainda divide opiniões.
Organização Social:
A comunidade hacker é um grupo social, conforme a definição clássica: “uma coletividade identificável, estruturada, contínua, de pessoas sociais que desempenham papéis recíprocos, segundo determinadas normas, interesses, valores, para a consecução de objetivos comuns” (Fichter, 1969).
Originalmente, o hacker interage com os demais dentro de uma estrutura anarquista, sem liderança forte ou padrão rígido a seguir. Geralmente, associam-se em pequenos grupos, que trocam informaçòes entre si, mas que agem isolados. Dentro desse grupo menor, há um líder, mas como organizador apenas, senão violaria as premissas de descentralização e antiautoritarismo.
A finalidade é sempre desbravar novos horizontes, mesmo que o objetivo principal seja a infiltração de valores novos para a sociedade, a contra-cultura.
A contra-cultura cerca a cultura vigente através de uma rede especial de comunicação, rituais, práticas comportamentais peculiares, formas de expressão e representação.
Segue uma descrição de ética e seguida o texto. Lembrando que este é uma compilação de idéias e que as referências estão na rede e que não possuo as referências originais, infelizmente.
Segue:
Ética:
A palavra Ética é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores), que significa costumes, derivou-se a palavra moral. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo - sociedade.
Referencia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ética
Ética Hacker
O código de ética hacker, apesar de não estar escrito, existe. Esse código,
"socializador, de abertura e descentralização", foi compilado dentro do MIT por volta dos anos 60, recebendo a influência tipicamente libertária da época. Basicamente são seis os vetores principais:
1.O acesso à Internet e aos computadores deve ser ilimitado e completo. A alfabetização tecnológica do povo é o caminho para o conhecimento e o conhecimento é a chave para a libertação.
2.Toda informação, sem exceção, deve estar disponível para todos. A divisão da informação é um bem potente para o crescimento da democracia e contra o controle político da elite tecnocrata. O dever ético do hacker é a repartição de seu saber com o resto da comunicade apartada da sociedade. O copyright é um conceito superado.
3.Furtos, destruição de privacidade, vandalismo e dano a sistemas da informação, ferem a ética hacker. Invadir sistemas com o intuito de explorar e se divertir é éticamente correto.
4.Questionar as autoridades. Promover a descentralização. A burocracia industrial, governamental e universitária, é inconciliável com o espírito de pesquisa construtiva e inovadora do hacker. A utopia hacker é "levar o computador às massas"
5.O hacker deve ser julgado pelos seus atos e não por critérios de qualificação, etnia, gênero ou status social.
6.Com um computador se cria arte. Ele é a extensão ilimitada da própria imaginação pessoal.
O computador e a Internet são as novas armas de transformação e construção da realidade. E o dever do hacker é evitar que eles se tornem instrumentos de opressão.
Da Filosofia ao Social
Em alguns sites invadidos aqui e acolá, algum haker rememorou Nietzsche, filósofo existencialista que convulsionou a Europa do século XIX.
Em sua crítica voraz à civilização, o conservadorismo e a procedência dos “valores absolutos” implantados na sociedade da época.
A mente do hacker também passeia pelos campos explosivos do filósofo. Ele é um pesquisador por natureza. Almeja o ápice de suas capacidades para depois transcender esse ponto. Luta pelo conhecimento, pela informação. A liberdade em todos os seus vastos sentidos é seu principal objetivo.
A amplitude do conceito hacker não se restringe à tecnologia, alastra-se para qualquer atividade que envolva o intelecto. Nietzsche, por exemplo, foi um hacker da filosofia, assim como há hackers da música, das artes plásticas e da engenharia.
Na área de softwares computacionais, o conceito aplica-se a especialistas de segurança, programadores que criam aplicativos de livre distribuição, estudantes, beta-testers.
Segundo Eric Raymond, um dos maiores doutrinadores desse universo, o hacker é caracterizado pela inquietação intelectual; pelo desejo incansável de solucionar problemas, moldando sua perícia e exercitando a inteligência; pela voluntariedade em difundir conhecimento; pelo ideal de justiça; e pelo repúdio a qualquer forma de autoritarismo.
Temos visto equívocos terríveis na conceituação do hacker. O hacker direciona o seu potencial para construir, e em hipótese atípicas usa seus dons de forma abusiva. Já o cracker produz ataques lesivos às suas vítimas, na maioria dos casos, uma vez que até mesmo o termo cracker ainda divide opiniões.
Organização Social:
A comunidade hacker é um grupo social, conforme a definição clássica: “uma coletividade identificável, estruturada, contínua, de pessoas sociais que desempenham papéis recíprocos, segundo determinadas normas, interesses, valores, para a consecução de objetivos comuns” (Fichter, 1969).
Originalmente, o hacker interage com os demais dentro de uma estrutura anarquista, sem liderança forte ou padrão rígido a seguir. Geralmente, associam-se em pequenos grupos, que trocam informaçòes entre si, mas que agem isolados. Dentro desse grupo menor, há um líder, mas como organizador apenas, senão violaria as premissas de descentralização e antiautoritarismo.
A finalidade é sempre desbravar novos horizontes, mesmo que o objetivo principal seja a infiltração de valores novos para a sociedade, a contra-cultura.
A contra-cultura cerca a cultura vigente através de uma rede especial de comunicação, rituais, práticas comportamentais peculiares, formas de expressão e representação.
sábado, 1 de agosto de 2009
Arkaea - Um fork do Fear Factory?
Recebi há alguns dias um indicação de uma banda no estilo industrial. O nome é Arkaea. Num primeiro momento percebi que havia influências de math metal, mas ouvindo o restante do trabalho, ficou bem claro que o estilo mesmo é industrial. Muita semelhança com uma antiga banda, Fear Factory, que foi uma das percussoras ou precursoras do estilo. Os riffs, os refrões das faixas, e até mesmo o clima de forma geral, lembra muito o FF.
Curiosamente ao perquisar no wikipedia sobre o Arkaea, entendi porque são tão parecidas. Dois membros, o guitarrista e o baterista, são ex-membros do FF.
Ainda estou assimilando o trabalho deles, que por sinal é muito bom. Foi lançado em 14 de Julho de 2009. Por falta de tempo, ainda nao consegui ter impressões mais detalhadas sobre o trabalho deles, mas quando possível, postarei mais detalhes.
Links:
wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Arkaea
site oficial: http://arkaea.ning.com/
Uma procura pelo google e poderá encontrar onde baixar o cd.
Curiosamente ao perquisar no wikipedia sobre o Arkaea, entendi porque são tão parecidas. Dois membros, o guitarrista e o baterista, são ex-membros do FF.
Ainda estou assimilando o trabalho deles, que por sinal é muito bom. Foi lançado em 14 de Julho de 2009. Por falta de tempo, ainda nao consegui ter impressões mais detalhadas sobre o trabalho deles, mas quando possível, postarei mais detalhes.
Links:
wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Arkaea
site oficial: http://arkaea.ning.com/
Uma procura pelo google e poderá encontrar onde baixar o cd.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Pacman com proxy autenticado
Uma das dificuldades encontradas em várias distribuições que não utilizam recursos gráficos para gerenciar pacotes para instalação, remoção ou atualização é tratar redes com servidores proxy.
Independe se for transparente ou autenticado.
No caso do Arch Linux, eu como sempre, tive diculdades em entender como ele trata esse modelo de rede.
Depois de muito ler e pouco entender, vi que não é tão dificil assim, o que faltava mesmo era ler corretamente, mas tudo bem.
Mas vamos ao arquivo de configuração, que é mais interessante:
O pacman baixa os pacotes juntamente com o wget, auxiliando na velocidade e tratamento de possíveis erros nas transferências.
No meu caso eu só precisei alterar o arquivo de configuração do wget.
Abra com o editor de texto de sua escolha o arquivo /etc/wgetrc e encontre as linhas de proxy, que devem ser as 78 e 79. Elas devem ficar dessa forma:
Proxy Autenticado:
http_proxy = http://usuario:senha@servidor.proxy:porta
ftp_proxy = http://usuario:senha@servidor.proxy:porta
Nas versões mais atuais do Arch Linux, não é necessário alterar o arquivo /etc/pacman.conf.
#XferCommand = /usr/bin/wget --passive-ftp -c -O %o %u
Esta linha pode ficar comentada, mas se não funcionar, então descomente a linha e pronto.
Agora é só atualizar a base do pacman e pronto, seu sistema já estará conversando com o servidor proxy sem problemas.
Independe se for transparente ou autenticado.
No caso do Arch Linux, eu como sempre, tive diculdades em entender como ele trata esse modelo de rede.
Depois de muito ler e pouco entender, vi que não é tão dificil assim, o que faltava mesmo era ler corretamente, mas tudo bem.
Mas vamos ao arquivo de configuração, que é mais interessante:
O pacman baixa os pacotes juntamente com o wget, auxiliando na velocidade e tratamento de possíveis erros nas transferências.
No meu caso eu só precisei alterar o arquivo de configuração do wget.
Abra com o editor de texto de sua escolha o arquivo /etc/wgetrc e encontre as linhas de proxy, que devem ser as 78 e 79. Elas devem ficar dessa forma:
Proxy Autenticado:
http_proxy = http://usuario:senha@servidor.proxy:porta
ftp_proxy = http://usuario:senha@servidor.proxy:porta
Nas versões mais atuais do Arch Linux, não é necessário alterar o arquivo /etc/pacman.conf.
#XferCommand = /usr/bin/wget --passive-ftp -c -O %o %u
Esta linha pode ficar comentada, mas se não funcionar, então descomente a linha e pronto.
Agora é só atualizar a base do pacman e pronto, seu sistema já estará conversando com o servidor proxy sem problemas.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Pontos de Vista
Nada como ter pensamento positivo e ter esperanças!!
Assim você não terá decepções na vida e nem com uma suposta forma de vida, que se diz inteligente, talvez até seja, dependendo de como se conceitue inteligência.
Mas para falar a verdade, você tem no mínimo duas opções:
ter esperanças positivas e se decepcionar quase que 100% das vezes ou;
não esperar nada, somente o óbvio, e não se decepcionar em quase nada, já que não tem espectativas mesmo, os resultados serão previsíveis.
A vida é simples, desde que não tenha as "unidades carbono" envolvidas no processo.
Segue um texto sem compromisso, só pra ler e se "divertir"
É este o lugar que você queria?
Onde o seu real valor é visto pelo que é mostrado aos olhos alheios e que só consegue enxergar o que lhes é aparente.
Lugar este, que você alimenta orgulho e vaidade; como um castelo de areia, que cai com uma simples brisa de verdade.
É este o caminho que você queria?
Caminho este, que você sobrepuja a tudo e a todos, pisando e ceifando o que estiver na frente, por serem mais fracos, ou terem menos conhecimento, ou por sua simplicidade de existência, ou até por não concordarem ou aceitarem suas idéias e atitudes.
E’ isto que você queria sentir?
Sentimento este, que lhe causa uma “felicidade” e “satisfação” ilusórias, imediatas, curtas e irreais, fazendo-o buscar por mais e mais, consumindo lentamente sua alma, sem que perceba os danos causados, principalmente a si próprio.
Uma vida cinza, sem brilho interior, que consome e se desgasta, não porque está em atrito com outrem, mas sim em conflito consigo mesmo, até porque ainda não o percebeu.
É esta época que você queria estar?
Uma época em que os valores mudam rápido; uma época que você corre para não ficar atrás, mesmo quando estar à frente em realidade, para esta época é estar atrasado.
Uma época em que deveria ser mental e não material.
É esta moral que você queria?
Uma moral artificial e superficial, meramente humana, em que restringe avanços e melhorias reais, sendo moral para um povo e imoral para outros.
É esta a religião que você queria?
Uma religião que prega a idéia do pecado, ou até mesmo uma sobre a “salvação”, mas que desconhece sobre o perdão. Uma religião que domina, e não ensina. Domínio este, feito pelo misticismo, pelos “mistérios” e muitas vezes por superstições que tem uma base de sentido direto, mas lhe é negado e muitas vezes até proibido.
Esta religião que exalta a si, e prega a destruição ou a condenação, mesmo que seja subjetivamente, de seus supostos inimigos e infiéis.
É esta a ciência que você queria?
Uma ciência céptica a tudo que não consegue entender, e que despreza outras formas de estudos, que não sejam impostos por ela. Ciência sem percepção ou sensibilidade para sentir a sutileza do que está tão próximo, ou que até mesmo lhe é intrínseco.
Uma ciência que muitas vezes nega a si própria, causando um desequilíbrio e desarmonia a muitos e até, muitas vezes, a todos.
É este o orbe que você queria?
Predadores e bárbaros. Não como numa época medieval ou anterior, mas de um forma sutil e até subjetiva, mas que traz conseqüências muito mais devastadoras. Onde várias civilizações desprezam-se entre si, criando preconceitos e quando podem, destroem por ódio, desprezo, medo, ganância, ambição, orgulho ou até mesmo por não entender as diferenças que existem dos outros povos.
É esta a verdade que você queria?
Verdade esta, imposta por quem domina tudo e a todos, moldando esta suposta verdade. Uma verdade que tornou-se assim, sendo que foi uma mentira, dita tantas vezes, que gerando primeiramente dúvidas, facilitou o direcionamento de todos para crerem que era a verdade.
ACK ´97
Assim você não terá decepções na vida e nem com uma suposta forma de vida, que se diz inteligente, talvez até seja, dependendo de como se conceitue inteligência.
Mas para falar a verdade, você tem no mínimo duas opções:
ter esperanças positivas e se decepcionar quase que 100% das vezes ou;
não esperar nada, somente o óbvio, e não se decepcionar em quase nada, já que não tem espectativas mesmo, os resultados serão previsíveis.
A vida é simples, desde que não tenha as "unidades carbono" envolvidas no processo.
Segue um texto sem compromisso, só pra ler e se "divertir"
É este o lugar que você queria?
Onde o seu real valor é visto pelo que é mostrado aos olhos alheios e que só consegue enxergar o que lhes é aparente.
Lugar este, que você alimenta orgulho e vaidade; como um castelo de areia, que cai com uma simples brisa de verdade.
É este o caminho que você queria?
Caminho este, que você sobrepuja a tudo e a todos, pisando e ceifando o que estiver na frente, por serem mais fracos, ou terem menos conhecimento, ou por sua simplicidade de existência, ou até por não concordarem ou aceitarem suas idéias e atitudes.
E’ isto que você queria sentir?
Sentimento este, que lhe causa uma “felicidade” e “satisfação” ilusórias, imediatas, curtas e irreais, fazendo-o buscar por mais e mais, consumindo lentamente sua alma, sem que perceba os danos causados, principalmente a si próprio.
Uma vida cinza, sem brilho interior, que consome e se desgasta, não porque está em atrito com outrem, mas sim em conflito consigo mesmo, até porque ainda não o percebeu.
É esta época que você queria estar?
Uma época em que os valores mudam rápido; uma época que você corre para não ficar atrás, mesmo quando estar à frente em realidade, para esta época é estar atrasado.
Uma época em que deveria ser mental e não material.
É esta moral que você queria?
Uma moral artificial e superficial, meramente humana, em que restringe avanços e melhorias reais, sendo moral para um povo e imoral para outros.
É esta a religião que você queria?
Uma religião que prega a idéia do pecado, ou até mesmo uma sobre a “salvação”, mas que desconhece sobre o perdão. Uma religião que domina, e não ensina. Domínio este, feito pelo misticismo, pelos “mistérios” e muitas vezes por superstições que tem uma base de sentido direto, mas lhe é negado e muitas vezes até proibido.
Esta religião que exalta a si, e prega a destruição ou a condenação, mesmo que seja subjetivamente, de seus supostos inimigos e infiéis.
É esta a ciência que você queria?
Uma ciência céptica a tudo que não consegue entender, e que despreza outras formas de estudos, que não sejam impostos por ela. Ciência sem percepção ou sensibilidade para sentir a sutileza do que está tão próximo, ou que até mesmo lhe é intrínseco.
Uma ciência que muitas vezes nega a si própria, causando um desequilíbrio e desarmonia a muitos e até, muitas vezes, a todos.
É este o orbe que você queria?
Predadores e bárbaros. Não como numa época medieval ou anterior, mas de um forma sutil e até subjetiva, mas que traz conseqüências muito mais devastadoras. Onde várias civilizações desprezam-se entre si, criando preconceitos e quando podem, destroem por ódio, desprezo, medo, ganância, ambição, orgulho ou até mesmo por não entender as diferenças que existem dos outros povos.
É esta a verdade que você queria?
Verdade esta, imposta por quem domina tudo e a todos, moldando esta suposta verdade. Uma verdade que tornou-se assim, sendo que foi uma mentira, dita tantas vezes, que gerando primeiramente dúvidas, facilitou o direcionamento de todos para crerem que era a verdade.
ACK ´97
domingo, 26 de julho de 2009
Non terrae plus ultra
The New Priesthood - O Novo Sacerdócio
Autor - Gene Hoglan - Dark Angel
Ano de publicação - 1991
A História mostrou pra vocês que respostas não podem ser descobertas na superfície.
As grandes questões da vida são guardadas apenas por nós.
Conhecimentos dos mistérios que confundem vocês, sábios homens das batinas.
Nós temos explicações que homens de Deus não podem entender a fundo.
Procurando pelos seus destinos
Num livro que não é a realidade.
Nós resolvemos os problemas da terra
Através da nossa ciência e tecnologia.
Olhe mil anos para trás quando a ciência estava na sua infância.
A igreja tinha a palavra, o mundo era forçado a aceitá-la.
Quantas vezes elas levaram por caminhos errados, ao seu rebanho não foi mostrada nenhuma compaixão.
"É a vontade de Deus", não boa o bastante, mentes foram fechadas ignorantemente.
Nós estamos aqui para projetar a luz,
E seu "Salvador" é impotente para lutar.
Vocês devem perceber que sua teologia está errada
E nós estamos certos.
Aceite, pois isso está comprovado,
E a verdade é para ser vista por todos.
Cientificamente nós iremos responder todas as questões que poderão existir.
Obviamente vocês não vêem que nos tornamos suas divindades.
Vocês não podem ver que nós somos seu novo sacerdócio?
Cegos pela sua religiosidade e impotente divindade,
Reconheçam que nós somos seu novo sacerdócio!
Dogmas religiosos que confundiram e acorrentaram vocês.
Procurando através do bom livro não sabendo o que é a verdade.
Vocês são somente inocentes, educados de modo servil e inconsciente.
Desconhecedores do que é a realidade.
A humanidade precisa ser erudita, mas não somente pelos livros deve ganhar seu discernimento.
Através da prática de ouvir a filosofia vem o conhecimento dos apuros humanos.
Isso você não encontrará na sua igreja ou na sua fé,
Embora a ciência tenha sempre tentado explicar.
Obviamente vocês não vêem que nos tornamos suas divindades.
Vocês não podem ver que nós somos seu novo sacerdócio?
Cegos pela sua religiosidade e impotente divindade,
Reconheçam que nós somos seu novo sacerdócio!
Inteligência está faltando no seu mundo
E é por isso que nós viemos para tomar o controle.
Como você pode ver você não pode se voltar para Deus para ter a solução.
A espécie humana se empurrou numa posição doentia, falta de visão.
Para aqueles que se cobrem e se cercam de credulidade,
Existirá a severidade.
Mesmo assim nós iremos alcançar as respostas porque somos mais do que Deus.
Enquanto você se ajoelha e reza,
Se curva ao nosso caminho.
Tente e sinta seu caminho
Sem nossa liderança, algum dia.
A História mostrou pra vocês que respostas não podem ser descobertas na superfície.
As grandes questões da vida são guardadas apenas por nós.
Conhecimentos dos mistérios que confundem vocês, sábios homens das batinas.
Nós temos explicações que homens de Deus não podem entender a fundo.
Procurando pelos seus destinos
Num livro que não é a realidade.
Nós resolvemos os problemas da terra
Através da nossa ciência e tecnologia.
Nós vemos as coisas que você não pode achar na sua fé.
Nós estamos no comando com homens iguais a Hawking liderando o caminho.
Obviamente vocês não vêem que nos tornamos suas divindades.
Vocês não podem ver que nós somos seu novo sacerdócio?
Cegos pela sua religiosidade e impotente divindade,
Reconheçam que nós somos seu novo sacerdócio!
Um breve comentário:
Este texto não serve como um norteador ou como uma ideologia a ser seguida ao extremo. Serve somente como uma alternativa que pode ser seguida ou não. Uma forma de não se prender a dogmas ou regras pré-definidas que possam limitar o desenvolvimento de qualquer área de atuação, científica, artística ou outra.
Autor - Gene Hoglan - Dark Angel
Ano de publicação - 1991
A História mostrou pra vocês que respostas não podem ser descobertas na superfície.
As grandes questões da vida são guardadas apenas por nós.
Conhecimentos dos mistérios que confundem vocês, sábios homens das batinas.
Nós temos explicações que homens de Deus não podem entender a fundo.
Procurando pelos seus destinos
Num livro que não é a realidade.
Nós resolvemos os problemas da terra
Através da nossa ciência e tecnologia.
Olhe mil anos para trás quando a ciência estava na sua infância.
A igreja tinha a palavra, o mundo era forçado a aceitá-la.
Quantas vezes elas levaram por caminhos errados, ao seu rebanho não foi mostrada nenhuma compaixão.
"É a vontade de Deus", não boa o bastante, mentes foram fechadas ignorantemente.
Nós estamos aqui para projetar a luz,
E seu "Salvador" é impotente para lutar.
Vocês devem perceber que sua teologia está errada
E nós estamos certos.
Aceite, pois isso está comprovado,
E a verdade é para ser vista por todos.
Cientificamente nós iremos responder todas as questões que poderão existir.
Obviamente vocês não vêem que nos tornamos suas divindades.
Vocês não podem ver que nós somos seu novo sacerdócio?
Cegos pela sua religiosidade e impotente divindade,
Reconheçam que nós somos seu novo sacerdócio!
Dogmas religiosos que confundiram e acorrentaram vocês.
Procurando através do bom livro não sabendo o que é a verdade.
Vocês são somente inocentes, educados de modo servil e inconsciente.
Desconhecedores do que é a realidade.
A humanidade precisa ser erudita, mas não somente pelos livros deve ganhar seu discernimento.
Através da prática de ouvir a filosofia vem o conhecimento dos apuros humanos.
Isso você não encontrará na sua igreja ou na sua fé,
Embora a ciência tenha sempre tentado explicar.
Obviamente vocês não vêem que nos tornamos suas divindades.
Vocês não podem ver que nós somos seu novo sacerdócio?
Cegos pela sua religiosidade e impotente divindade,
Reconheçam que nós somos seu novo sacerdócio!
Inteligência está faltando no seu mundo
E é por isso que nós viemos para tomar o controle.
Como você pode ver você não pode se voltar para Deus para ter a solução.
A espécie humana se empurrou numa posição doentia, falta de visão.
Para aqueles que se cobrem e se cercam de credulidade,
Existirá a severidade.
Mesmo assim nós iremos alcançar as respostas porque somos mais do que Deus.
Enquanto você se ajoelha e reza,
Se curva ao nosso caminho.
Tente e sinta seu caminho
Sem nossa liderança, algum dia.
A História mostrou pra vocês que respostas não podem ser descobertas na superfície.
As grandes questões da vida são guardadas apenas por nós.
Conhecimentos dos mistérios que confundem vocês, sábios homens das batinas.
Nós temos explicações que homens de Deus não podem entender a fundo.
Procurando pelos seus destinos
Num livro que não é a realidade.
Nós resolvemos os problemas da terra
Através da nossa ciência e tecnologia.
Nós vemos as coisas que você não pode achar na sua fé.
Nós estamos no comando com homens iguais a Hawking liderando o caminho.
Obviamente vocês não vêem que nos tornamos suas divindades.
Vocês não podem ver que nós somos seu novo sacerdócio?
Cegos pela sua religiosidade e impotente divindade,
Reconheçam que nós somos seu novo sacerdócio!
Um breve comentário:
Este texto não serve como um norteador ou como uma ideologia a ser seguida ao extremo. Serve somente como uma alternativa que pode ser seguida ou não. Uma forma de não se prender a dogmas ou regras pré-definidas que possam limitar o desenvolvimento de qualquer área de atuação, científica, artística ou outra.
PhpMyBibli - Automação de Bibliotecas com Software Livre
Software para automação de bibliotecas.
Durante umas férias prolongadas me deparei com um projeto interessante: automatizar uma biblioteca municipal que estava em fase de reforma e que a mesma seria totalmente reformulada. Conseguiu-se uma sede permanente para o seu funcionamento, compra de móveis, e equipamentos. Até mesmo no que tange em questão de software deveria ser refomulado. O software que estava em uso era proprietário e como o nosso interesse é em sofware livre, começamos a procurar alternativas.
Encontramos muitas interessantes, tanto para bibliotecas grandes como tambem para uso pessoal.
A que nos interessou e atende as necessidades é a PMB ou PhpMyBiblio. Um software francês para automação de bibliotecas. Como os franceses são amantes de literatura e consequentemente de livros, esta ferramenta me chamou a atenção. Apesar de ter que ajustar algumas coisas como tradução e por eu nao ser da área de biblioteconomia, ainda estou aprendendo sobre os termos e códigos que envolvem organização de bibliotecas.
Instalando o sistema.
O PMB está disponível em: http://www.sigb.net/
Talvez possa se perder um pouco na pagina, já que está em francês, mas possui traduções, como inglês e espanhol.
Para fazer o download do pacote, é necessário um cadastro rápido no site e após baixa-lo siga os passos abaixo.
1.Copiar o arquivo baixado para o diretório /var/www/ do apache;
2.Descompactar arquivo .zip (deverá ser criado um diretório chamado “pmb”);
3.Localizar o arquivo de configuração em pmb/includes/db_param.inc.php.exemple;
4.Renomear arquivo “db_param.inc.php.exemple” para “db_param.inc.php”
5.Abrir o arquivo de configuração em um editor de texto e modificar as variáveis de acesso ao banco de dados de acordo com as suas configurações:
define('USER_NAME', 'username');
define('USER_PASS', 'userpwd');
define('DATA_BASE', 'dbname');
define('SQL_TYPE', 'mysql');
Obs: talvez não seja necessário realizar o processo anterior (5), pois a versão utilizada foi de outubro de 2008, que ficou mais simples para instalar. Nas telas de instalação possui os campos para inserir nome de usuário e senha do banco mysql. Dependendo das configurações do seu sistema mysql nem será preciso alterar os dados no arquivo. Talvez seja melhor testar para confirmar. No meu caso, não precisei alterar nada manualmente.
6.Modificar permissões no diretório do PMB:
#cd /var/www - dependendo da sua distro, deve ficar em /home/apache - como no arch linux.
#chown -R www-data:www-data pmb (se for baseado em debian ou ubuntu)
Os dois próximos comandos, não os utilizei e não tive nenhum problema, mas se achar mais seguro, utilize-os.
#chmod -R 640 pmb
#chmod -R ug+X pmb
7.Executar o browser e digitar http://localhost/pmb/tables/install.php
8.Escolher a codificação de caracteres e idioma- o sistema possuiu o linguagem em portugues, quase completo, portanto o escolhido foi ISO-8859-1
9.Fornecer parâmetros para configuração do sistema
10. Digitar no browser o endereço http://localhost/pmb/
11. Autenticar no sistema: usuário e senha = admin
Caso queiram testar a ferramenta, basta acesse este endereço: http://pmb.biblio.free.fr/
Configuração pos-instalação:
Arquivos de linguagem ficam no diretório /var/www/html/pmb/includes/messages ou /home/httpd/html/pmb/includes/messages
O arquivo em questão é o pt_PT.xml
antes de editá-lo é necessário alterar a linguagem no arquivo de cnfiguração do pmb.
Acesse o diretório dentro do root documents do seu apache. Por ex: pmb/includes. Procure pelo arquivo config.inc.php e na linha 24 altere a string fr_FR para pt_PT.
O pmb já está setado para português de Portugal.
Agora podemos fazer as alterações necessárias no arquivo mencionado no inicio.
Obs: nesta versão de outubro de 2008, ja vem com portugues mais completo. Creio que deverão ser feitas poucas alterações. Ainda não entrei em detalhes por falta de tempo, mas quando possível verei isso.
Após o login no sistema, será mostrada a tela de atualização do banco de dados, que está na versão 4.23 e que deve ser atualizado para a versão 4.63.
Vá até a aba Administração;
À esquerda clique no link ferramentas e depois no alto clique em Actualização da base de Dados;
Será mostrada a seguinte informação:
A sua versão actual de PMB é: 3.2.6
A versão da sua base de dados é: v4.23
A sua base de dados deveria ser a versão : v4.71
Siga as instruções para atualizar a base. O mais incomodo é ter que atualizar versão por versão. Não se preocupe com as mensagens de erro que por ventura aparecerão, porque a base se atualiza no final do processo.
No restante, é só explorar o sistema para aprender a utilizar, configurar e fazer manutenção no mesmo, bem como ver se realmente atende suas necessidades.
Caso encontrem algum erro na instalação ou algo que não esteja claro no texto, favor postarem para que seja corrigido, pois pode ter alguma coisa que não atentei no processo de escrita deste documento.
Durante umas férias prolongadas me deparei com um projeto interessante: automatizar uma biblioteca municipal que estava em fase de reforma e que a mesma seria totalmente reformulada. Conseguiu-se uma sede permanente para o seu funcionamento, compra de móveis, e equipamentos. Até mesmo no que tange em questão de software deveria ser refomulado. O software que estava em uso era proprietário e como o nosso interesse é em sofware livre, começamos a procurar alternativas.
Encontramos muitas interessantes, tanto para bibliotecas grandes como tambem para uso pessoal.
A que nos interessou e atende as necessidades é a PMB ou PhpMyBiblio. Um software francês para automação de bibliotecas. Como os franceses são amantes de literatura e consequentemente de livros, esta ferramenta me chamou a atenção. Apesar de ter que ajustar algumas coisas como tradução e por eu nao ser da área de biblioteconomia, ainda estou aprendendo sobre os termos e códigos que envolvem organização de bibliotecas.
Instalando o sistema.
O PMB está disponível em: http://www.sigb.net/
Talvez possa se perder um pouco na pagina, já que está em francês, mas possui traduções, como inglês e espanhol.
Para fazer o download do pacote, é necessário um cadastro rápido no site e após baixa-lo siga os passos abaixo.
1.Copiar o arquivo baixado para o diretório /var/www/ do apache;
2.Descompactar arquivo .zip (deverá ser criado um diretório chamado “pmb”);
3.Localizar o arquivo de configuração em pmb/includes/db_param.inc.php.exemple;
4.Renomear arquivo “db_param.inc.php.exemple” para “db_param.inc.php”
5.Abrir o arquivo de configuração em um editor de texto e modificar as variáveis de acesso ao banco de dados de acordo com as suas configurações:
define('USER_NAME', 'username');
define('USER_PASS', 'userpwd');
define('DATA_BASE', 'dbname');
define('SQL_TYPE', 'mysql');
Obs: talvez não seja necessário realizar o processo anterior (5), pois a versão utilizada foi de outubro de 2008, que ficou mais simples para instalar. Nas telas de instalação possui os campos para inserir nome de usuário e senha do banco mysql. Dependendo das configurações do seu sistema mysql nem será preciso alterar os dados no arquivo. Talvez seja melhor testar para confirmar. No meu caso, não precisei alterar nada manualmente.
6.Modificar permissões no diretório do PMB:
#cd /var/www - dependendo da sua distro, deve ficar em /home/apache - como no arch linux.
#chown -R www-data:www-data pmb (se for baseado em debian ou ubuntu)
Os dois próximos comandos, não os utilizei e não tive nenhum problema, mas se achar mais seguro, utilize-os.
#chmod -R 640 pmb
#chmod -R ug+X pmb
7.Executar o browser e digitar http://localhost/pmb/tables/install.php
8.Escolher a codificação de caracteres e idioma- o sistema possuiu o linguagem em portugues, quase completo, portanto o escolhido foi ISO-8859-1
9.Fornecer parâmetros para configuração do sistema
10. Digitar no browser o endereço http://localhost/pmb/
11. Autenticar no sistema: usuário e senha = admin
Caso queiram testar a ferramenta, basta acesse este endereço: http://pmb.biblio.free.fr/
Configuração pos-instalação:
Arquivos de linguagem ficam no diretório /var/www/html/pmb/includes/messages ou /home/httpd/html/pmb/includes/messages
O arquivo em questão é o pt_PT.xml
antes de editá-lo é necessário alterar a linguagem no arquivo de cnfiguração do pmb.
Acesse o diretório dentro do root documents do seu apache. Por ex: pmb/includes. Procure pelo arquivo config.inc.php e na linha 24 altere a string fr_FR para pt_PT.
O pmb já está setado para português de Portugal.
Agora podemos fazer as alterações necessárias no arquivo mencionado no inicio.
Obs: nesta versão de outubro de 2008, ja vem com portugues mais completo. Creio que deverão ser feitas poucas alterações. Ainda não entrei em detalhes por falta de tempo, mas quando possível verei isso.
Após o login no sistema, será mostrada a tela de atualização do banco de dados, que está na versão 4.23 e que deve ser atualizado para a versão 4.63.
Vá até a aba Administração;
À esquerda clique no link ferramentas e depois no alto clique em Actualização da base de Dados;
Será mostrada a seguinte informação:
A sua versão actual de PMB é: 3.2.6
A versão da sua base de dados é: v4.23
A sua base de dados deveria ser a versão : v4.71
Siga as instruções para atualizar a base. O mais incomodo é ter que atualizar versão por versão. Não se preocupe com as mensagens de erro que por ventura aparecerão, porque a base se atualiza no final do processo.
No restante, é só explorar o sistema para aprender a utilizar, configurar e fazer manutenção no mesmo, bem como ver se realmente atende suas necessidades.
Caso encontrem algum erro na instalação ou algo que não esteja claro no texto, favor postarem para que seja corrigido, pois pode ter alguma coisa que não atentei no processo de escrita deste documento.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Certificado de Download do Firefox3

Quem teve a oportunidade de baixar o Firefox 3 no dia 17 de Junho de 2008, participou de um evento no mínimo inusitado. A fundação mozilla entrou para o livro dos records. E tem certificado para os usuários que ajudaram a concluir a tarefa.
O meu já está garantido.
Segue o link pra se certificar disso.
http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord/certificate_form
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