segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Listando Arquivos com o Caminho Completo - Linux

E eis que num belo dia, você quer fazer uma lista de arquivos de um diretório, por exemplo o diretório de Músicas.

Você quer que seja mostrado e listado em arquivo ou mesmo em tela o caminho completo do mesmo.

Buscas e mais buscas, pesquisas, lendo os manuais do ls e mesmo assim, nenhum resultado adequado ao que eu queria.

Então em um determinado momento, eu encontro a linha de comando que resolveu minha demanda.

Vamos ao problema em si:

Listar os mp3 de um diretório para montar um playlist com a discografia da banda, mas que tivesse o referencial do caminho absoluto dos arquivos.

Dentro do diretório de Músicas (/home/usuario/Músicas/banda/), usei o seguinte comando:

find "`pwd`" -name *mp3

O resultado foi algo assim:

/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/02 Industrial Discipline.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/07 Controlled Demolition.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/05 Christploitation.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/10 Final Exit.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/01 Mechanize.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/08 Designing The Enemy.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/04 Powershifter.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/09 Metallic Division.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/06 Oxidizer.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/03 Fear Campaign.mp3

Saiu todos os discos na lista, mas deixei somente um neste post como exemplo e para que não fique tão extenso.

A saída padrão do comando é a tela. Eu redirecionei para um arquivo usando o mesmo comando apontando para o arquivo destino:

find "`pwd`" -name *mp3 > listageral.pls

Gerou o arquivo com as músicas e tudo direitinho. Mas ficou fora de ordem como é mostrado no exempĺo acima.
A preguiça é grande demais para ficar organizando na mão. Então depois que o arquivo estava pronto, lá foi outro comando legal pra organizar em ordem alfabética o arquivo:

sort listageral.pls > listageral1.pls

Assim o arquivo destino fica em ordem alfabética, como abaixo:

/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/01 Mechanize.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/02 Industrial Discipline.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/03 Fear Campaign.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/04 Powershifter.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/05 Christploitation.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/06 Oxidizer.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/07 Controlled Demolition.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/08 Designing The Enemy.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/09 Metallic Division.mp3
/home/usuario/Música/Fear Factory/Mechanize/10 Final Exit.mp3









Com o tempo tentarei montar um shell script com os parâmetros apropriados para poder gerar listas de arquivos e diretórios de forma mais simples.

Para complementar, estes outros comandos podem ajudar também, mas ainda não os usei muito bem:

Use este para diretórios:

ls -d -1 $PWD/**

Este para arquivos:

ls -d -1 $PWD/*.*

Este para qualquer coisa:

ls -d -1 $PWD/**/*

Obs: estes últimos colocados como estão trabalham com arquivos/diretórios onde os nomes não são compostos por espaço. Por isso no comando que utilizei o pwd está com aspas simples e também aspas duplas, para pode entender o caracter espaço.

No momento, atendeu minha necessidade. Espero que isso possa ajudar alguém com uma necessidade semelhante.

Fontes de referência:

http://www.zsh.org/mla/users/2002/msg00033.html

http://stackoverflow.com/questions/246215/how-can-i-list-files-with-their-absolute-path-in-linux


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Script para instalação automatizada do Webmin

Quem utiliza sistemas Linux sabe o quão poderoso é o terminal. Mas também sabe que quando se tem uma ferramenta que facilita o uso e gerenciamento do sistema, acaba por utilizá-lo.
Neste caso o facilitador é o Webmin (http://www.webmin.com). Não entrarei em detalhes desta ferramenta em si, e sim no modelo de instalação em sistemas Debian-Like.
Por várias vezes fiz as instalações do webmin seguindo as instruções do site oficial (http://www.webmin.com/deb.html), seguindo o passo a passo para o respositório Debian e tudo o mais.
O que farei aqui é simplesmente mostrar o script que faz isso somente com um comando e voilá, ele instala o Webmin e pronto.
Então vamos ao script:

#!/bin/bash

echo deb http://download.webmin.com/download/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&
echo deb http://webmin.mirror.somersettechsolutions.co.uk/repository sarge contrib >> /etc/apt/sources.list &&

cd /root &&
wget http://www.webmin.com/jcameron-key.asc &&
apt-key add jcameron-key.asc

apt-get update && apt-get install webmin -y


Copie e cole num arquivo texto. Use o gedit ou o editor de sua preferência. Salve com um nome qualquer.
Como usuário root, altere as permissões do arquivo para execução.

No meu caso eu salvei como webmin.sh e depois eu digitei o comando chmod +x webmin.sh

Depois disso é só executá-lo usando a sintaxe padrão que é ./webmin.sh

O script vai adicionar o repositório do webmin, vai mudar para o diretório /root para baixar o arquivo de chave de autenticação do site, vai adicionar a chave no apt, atualizar a base de repositórios e finalizar com a instalação do webmin.

Tudo isso sem perguntar nada ao usuário.

Finalizado, vá ao navegador e digite o endereço: https://127.0.0.1:10000.

Será mostrada a tela de acesso a um site com ssl. Aceite as condições e pronto, será mostrada a tela de login do sistema Webmin.
Entre com o usuário root e respectiva senha para utilizá-lo.
Simples.




quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Conexão USB - Android 4.x - mtpfs - Linux


Android 4.x - mtpfs - Linux

E num belo dia você tem em mãos um dipositivo Samsung com android, versão 4.x ou outra versão que utiliza o MTP e ... MTP? que treko é esse?

Tudo bem, la vaí: esse treko é o protocolo de transferência de mídia.
Os dispositivos como smartphones e tablets que utilizam android, também utilizam este protocolo.
Com o tempo ele passou a ser mais utilizado e portanto ficou mais complicado conectá-lo numa máquina linux via cabo USB.

Tanto em Windows como em MacOS, temos o Kies da Samsung para seus respectivos dispositivos e o windows acaba por reconhecer o dispositivo como uma câmera ou um pendrive.
No caso de sistemas Linux isso não ocorre.
Para o Linux teremos que utilizar um pacote que trata o MPT como um sistema de arquivo, o mtpfs. O pacote é o go-mtpfs.

Após várias pesquisas, tentativas e erros, até que o resultado não foi ruim.

Então vamos aos procedimentos básicos que funcionou comigo. Detalhe: não é necessário ter o aparelho "rooteado".
Foi testado num Linux Mint Nadia – 14. Talvez haja algumas pequenas diferenças entre as variações das distros baseadas em Debian ou Ubuntu, mas creio que sejam poucas.

Como estamos conectando um dispositivo que utiliza o sistema de montagem de discos do linux, é natural que o recurso utilizado seja com base em sistema de arquivos, partições e etc.
Vamos abrir o terminal e digitar os comandos abaixo, um por vez.

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/unstable
sudo apt-get update
sudo apt-get install go-mtpfs

Explicando:
o primeiro comando adiciona o repositorio ppa webupd8;
o segundo comando atualiza os repositórios;
o terceiro instala o pacote go-mtpfs


Caso esteja utilizando o ubuntu com unity, então devem complementar com o seguinte comando;

sudo apt-get install go-mtpfs-unity mtpfs

Este último faz com que tenha o ícone do android no dash do unity. No meu caso eu fiz tudo pelo terminal mesmo, uma vez que utilizei o LInux Mint e não o Ubuntu, sendo que para mim foi mais fácil.
Após todo esse trabalho exaustivo e várias linhas de comandos, vamos então conectar o dispositivo. Após a conexão ele mostrará que está no modo de USB de conexão.
Verifique se o MTP está ativo. O modo MTP é ativado por padrão.




De volta ao sistema, vamos novamente para o terminal. Como usuário comum, digite:

go-mtpfs /media/MyAdroid

Este comando irá montar o dispotivo conectado no diretório /media/MyAndroid que ele cria por padrão. Mantenha desta forma.

Abra o seu gerenciador de arquivo e localize o dispositivo montato em MyAdroid, provavelmente como Phone. Se ele tiver um cartão de memória será mostrado também, com o nome de Card.
Pronto, já é possível navegar entre os diretórios. Note que mesmo sendo partições ou "discos" diferentes, ele monta no mesmo ponto de montagem, o MyAndroid.
É uma característica do go-mtpfs que é diferente do sistema antigo de Mass Storage.
Mudanças e mais mudanças. Não me aprofundei no assunto. Talvez mais a frente.

Após navegar entre os diretórios e gerenciar seus arquivos, é hora de desmontar dispositivo.
Então no terminal (vai ter que utilizar sim, sem medo), utilizar os comandos como root.

umount /media/MyAndroid

Pode parecer complicado, mas na verdade é simples. Uma das coisas boas do software livre e opensource é que quando uma solução é encontrada, ela acaba por ficar mais simplificada e fácil com o decorrer do tempo.
Logo aparecerá um modo bem mais simples para isto, se é que já não existe enquanto está
lendo este post.

Fontes de referência:
http://www.mysolutions.it/mounting-your-mtp-androids-sd-card-on-ubuntu/
http://community.linuxmint.com/tutorial/view/1185
http://diadialinux.wordpress.com/2013/02/08/montar-android-4-0-no-ubuntu-usando-mtpfs-mtp/
http://www.webupd8.org/2012/12/how-to-mount-android-40-ubuntu-go-mtpfs.html

sexta-feira, 1 de março de 2013

Instalando Cisco Packet Tracer 5.3.3 em linux Debian/Ubuntu


Para quem estuda roteadores Cisco, uma das ferramentas essenciais para os estudos e labs é a aplicação da própria Cisco, o Packet Tracer.

Na versão 5.3.2, tudo ia de vento em popa, até que um belo dia, um lab que você conseguiu fazer e salvou na versão 5.3.3 não abre na versão 5.3.2. Até aí nada de mais, só é necessário você atualizar a versão e pronto.

Mas como nem tudo na vida é exatamente como queremos, eis que surge um pequeno contratempo para que essa atualização aconteça. Se você estiver na mesma situação que eu, que utiliza linux, então você terá sim, um contratempo. E não é o linux o que causa o contratempo e sim a forma como o aplicativo foi remodelado em sua instalação, como veremos mais adiante. Se você utiliza RuWindows, então nem precisa ler este documento. Siga o padrão NNF (next, next, finish) e pronto.

Algo que poderia ser simples como nas versões anteriores, tornou-se incômodo na 5.3.3.
Bom, já reclamei demais. Então vamos aos procedimentos.
Baixe o pacote do Packet Tracer 5.3.3 para linux, em formato .bin e salve em qualquer diretório de sua máquina.

Obs: se você tiver instalado a versão 5.3.2 do Packet Tracer, é recomendada, mas não obrigatório, a remoção dessa versão. Se a versão instalado estiver n o diretório /opt/pt que é o padrão, a mesma continuará no mesmo local, uma vez que a versão 5.3.3 é instalada em outro diretório, como veremos mais a adiante. Esta recomendação é para evitar confusão quando da execução do aplicativo 5.3.2 e 5.3.3. Não haverá conflito entre eles, mas poderá haver confusão pelo lado do usuário. Comando para remoção do pacote 5.3.2, como root: dpkg -r PacketTracer

Em seguida, como usuário root (logue-se com “sudo su” no ubuntu ou “su -” no Debian, dê-lhe permissão de execução:

chmod +x Packet Tracer v5.3.3 Application only Linux-Ubuntu.bin

Agora que você já deixou o arquivo como um executável, vamos executá-lo: ./Packet Tracer v5.3.3 Application only Linux-Ubuntu.bin e voilá não vai funcionar. Por que?

Simples, o nome do arquivo está com espaços e o instalador não consegue localizar algum outro arquivo ou instrução, ou seja, você terá que renomear o arquivo para algo que não possua espaços no nome.
Então, tente algo como: mv Packet Tracer v5.3.3 Application only Linux-Ubuntu.bin packettracer.bin

Para facilitar e evitar erros na digitação, utilize a tecla tab após digitar a letra P do nome do arquivo, assim ele autocompleta o nome do arquivo.

Obs: lembrando que sistemas sérios fazem distinção entre caracteres maiúsculos e minúsculos, portanto atenção.

Pronto, agora sim, você pode executar o arquivo, como sugerido o nome: ./packettracer.bin

Após o comando será mostrado a EULA do aplicativo. Para rolar a página até o fim, utilize a tecla Enter para conseguir chegar até o final, tomando cuidado para quando chegar na marcação de 99% e não ultrapassar, senão ele volta para o prompt e terá que começar novamente. No final, quando visualizar o questionamento se aceita a licença, tecle Y e enter. Inicia-se então a instalação da aplicação.

Pronto, ao término da instalação terá o Packet Tracer 5.3.3 pronto para uso.

E então quando você digitar, no seu terminal do seu usuário o comando packettracer, nada acontecerá e ainda lhe retornará uma mensagem de erro. Muito bom isso não é?

O motivo para isso é que mudaram os diretórios de instalação. Então vamos corrigir os apontamentos para o executável da aplicação.

/usr/local/PacketTracer5/ diretório de instalação, onde está o executável “packettracer”

Para facilitar a vida vamos criar um link simbólico para este executável.

ln -s /usr/local/PacketTracer5/packettracer /usr/sbin/packet

Explicando o comando:
ln -s cria um link do aplicativo que está em /usr/local/PacketTracer5/packettracer para o diretório /usr/sbin/ com o nome do link como packet. No diretório /usr/sbin facilita o uso do aplicativo, uma vez que pode ser chamado em qualquer outro diretório.

Feito isso, ao digitar o comando que você digitou no link simbólico, no caso o packet, o Pack Tracer 5.3.3 abrirá, conforme a tela abaixo.



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Petição - Salve a Amazônia

Desmatamento zero é a proposta do Greenpeace e creio que seja também de qualquer pessoa ou cidadão que sabe que o dematamento já ultrapassou limites toleráveis há muito tempo.

Segue o descritivo sobre a petição do Greenpeace. Este texto está no site da entidade e o link para a assinatura da petição, também estão ao lado.

  • Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros – é um direito. Você pode escrever a história e conservar o patrimônio ambiental do país ao apoiar a proposta de lei popular do desmatamento zero, que visa a evitar grandes desmatamentos e o aumento das áreas degradadas.
  • Uma lei popular precisa de 1,4 milhão de assinaturas de eleitores para ser aceita pelo Congresso. É o primeiro obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar que a voz do povo chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do Greenpeace vemos obstáculos como incentivos, e convidamos você a fazer o mesmo.
  • Você é a favor do desmatamento da Amazônia e das outras florestas brasileiras? Nem a gente. O Brasil já tem área desmatada suficiente para dobrar sua produção de alimentos; basta que o campo receba investimentos em eficiência na produção e recuperação de áreas desmatadas. É para isso que servirá a lei do desmatamento zero.
  • Ajude a salvar as florestas do Brasil com o reforço dos seus amigos, e ainda entrar em uma competição emocionante para ganhar uma camisetas e kit com suvenirs do Greenpeace – é uma forma divertida de exercer a cidadania.



segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Vídeo da TV IG

Por acaso, uma colega do serviço me disse que havia visto um vídeo na internet, que era sobre dicas de informática e etc. e que já tinha visto o o técnico que estava dando as dicas.


Procurei e para minha surpresa, encontrei. Eu não me lembrava mesmo deste vídeo feito em 27/08/2010 mas só foi publicado em 18/04/2011.


Nem fiquei sabendo da data da publicação.

Foi editado e retirado várias coisas, principalmente sobre Linux e Unix, mas mesmo assim, achei válida a iniciativa deles.


Segue o link para a o vídeo. O indivíduo que está neste vídeo é muito estranho, mas é um cara legal.


http://tvig.ig.com.br/variedades/nao+se+engane+tecnico+em+informatica-8a4980262f5c4237012f68d0aade031a.html

Fim de ano, Natal e etc.

Depois de muito, mas muito tempo mesmo, tentarei ter um pouco mais de atenção este blog, que mesmo sendo simples e sem descompromissado, é interessante para deixar alguns pensamentos e idéias.

Fim de ano, Natal e etc.

E já que a tradição é dizer coisas inspiradoras e que incentivam o indivíduo a realizar outras coisas, então vamos seguir a tradição, com algumas ressalvas, claro.

Ilusões, medos, esperanças, crenças, superstições, espírito natalino entre outros sentimentos e percepções, é o que todos espalham nessa época, muitas vezes sem perceber ou se dar conta disso.

Então, tentarei ser o mais natalino po...ssível e desde boas festas e comemorações, sejam elas quais forem.

Que este ciclo que se encerra, seja visto como um ciclo natural e simples.
Que todas as ilusões que estão povoando sues pensamentos, sejam extirpados e eliminados, deixando sua mente limpa e clara como a água.
Que suas esperanças sejam deixadas de lado, empoeirando até que se desmancharem junto com seus sentimentos de confraternização e amizades sazonais, como normalmente a maioria das pessoas fazem nesta época tão reverenciada e adorada.
Que elas sejam substituídas por vontade e ação permanentes, independente da época, fazendo que mesmo que não alcance seus objetivos em sua totalidade, que aprenda como alcançá-los e se autoavaliar neste processo.
Que suas crenças sejam revistas e arquivadas e dêem lugar para o saber, tirando assim suas superstições e medos do que se desconhece ou da fuga de se conhecer e saber que essas crenças estão equivocadas. Que as possibilidades e probabilidades presentes em sua vida e sejam mais acreditadas do que as próprias crenças.
Que seus medos possam ser controlados por você e não você por ele, impedindo que cresça e supere a si mesmo.
Que a vontade de competição seja para consigo mesmo e não com para com outros.
Com outros, que a colaboração e cooperação sejam uma constante e não uma variável.
Que essa falsidade de espirito natalino, que se espalha, seja expurgado juntamente com todos os hipócritas e aproveitadores, se tornando assim este que chamam de espirito natalino, seja verdadeiro.
Que a vontade de criar, auxiliar, manter, não desapareça com as dificuldades criadas por indivíduos medíocres e atrasados.
Reverenciem as infinitas possibilidades, as infinitas diversidades em infinitas combinações, que cria novas possibilidades num ciclo infinito.

Boas festas a todos.