segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Vídeo da TV IG

Por acaso, uma colega do serviço me disse que havia visto um vídeo na internet, que era sobre dicas de informática e etc. e que já tinha visto o o técnico que estava dando as dicas.


Procurei e para minha surpresa, encontrei. Eu não me lembrava mesmo deste vídeo feito em 27/08/2010 mas só foi publicado em 18/04/2011.


Nem fiquei sabendo da data da publicação.

Foi editado e retirado várias coisas, principalmente sobre Linux e Unix, mas mesmo assim, achei válida a iniciativa deles.


Segue o link para a o vídeo. O indivíduo que está neste vídeo é muito estranho, mas é um cara legal.


http://tvig.ig.com.br/variedades/nao+se+engane+tecnico+em+informatica-8a4980262f5c4237012f68d0aade031a.html

Fim de ano, Natal e etc.

Depois de muito, mas muito tempo mesmo, tentarei ter um pouco mais de atenção este blog, que mesmo sendo simples e sem descompromissado, é interessante para deixar alguns pensamentos e idéias.

Fim de ano, Natal e etc.

E já que a tradição é dizer coisas inspiradoras e que incentivam o indivíduo a realizar outras coisas, então vamos seguir a tradição, com algumas ressalvas, claro.

Ilusões, medos, esperanças, crenças, superstições, espírito natalino entre outros sentimentos e percepções, é o que todos espalham nessa época, muitas vezes sem perceber ou se dar conta disso.

Então, tentarei ser o mais natalino po...ssível e desde boas festas e comemorações, sejam elas quais forem.

Que este ciclo que se encerra, seja visto como um ciclo natural e simples.
Que todas as ilusões que estão povoando sues pensamentos, sejam extirpados e eliminados, deixando sua mente limpa e clara como a água.
Que suas esperanças sejam deixadas de lado, empoeirando até que se desmancharem junto com seus sentimentos de confraternização e amizades sazonais, como normalmente a maioria das pessoas fazem nesta época tão reverenciada e adorada.
Que elas sejam substituídas por vontade e ação permanentes, independente da época, fazendo que mesmo que não alcance seus objetivos em sua totalidade, que aprenda como alcançá-los e se autoavaliar neste processo.
Que suas crenças sejam revistas e arquivadas e dêem lugar para o saber, tirando assim suas superstições e medos do que se desconhece ou da fuga de se conhecer e saber que essas crenças estão equivocadas. Que as possibilidades e probabilidades presentes em sua vida e sejam mais acreditadas do que as próprias crenças.
Que seus medos possam ser controlados por você e não você por ele, impedindo que cresça e supere a si mesmo.
Que a vontade de competição seja para consigo mesmo e não com para com outros.
Com outros, que a colaboração e cooperação sejam uma constante e não uma variável.
Que essa falsidade de espirito natalino, que se espalha, seja expurgado juntamente com todos os hipócritas e aproveitadores, se tornando assim este que chamam de espirito natalino, seja verdadeiro.
Que a vontade de criar, auxiliar, manter, não desapareça com as dificuldades criadas por indivíduos medíocres e atrasados.
Reverenciem as infinitas possibilidades, as infinitas diversidades em infinitas combinações, que cria novas possibilidades num ciclo infinito.

Boas festas a todos.

domingo, 11 de outubro de 2009

Virtualis

Virtualizar ou não virtualizar, eis a questão!!
No meu caso foi até simples adotar o método de virtualizar s.o. para uso como desktop ou até mesmo servidores.
Como eu ainda não me sinto seguro em ficar "hackeando" o iphone para ser utilizado com o linux (mas que é uma tentação, isso é), eu utilizo um rwindows xp dentro do linux no netbook. Roda que é uma beleza. Serve somente para isso mesmo, sincronizar os trekos de e para o iphone.
E aqui vai uma dica, que creio eu, muitos dos técnicos já observaram:
quando necessitarem de alguma aplicação que fique amarrada ao MAC Address da máquina e seja necessário ficar migrando de uma maquina para outra, eis que o virutalbox vem para salvar o dia. Configure e ajuste tudo o que for necessário e depois é só exportar a máquina virtual. Na máquina hospedeira onde deverá rodar definitivamente a virtual, importe os arquivos que foram exportados e pronto, voilá, funciona como se nunca tivesse sido mudado de hospedeiro.
Mas um cuidado deve ser tomado: verifique antes quais as compatibilidades das placas de rede dos hospedeiros, pois eu já tive problemas com equipamentos muito diferentes.
Diferentes mesmo, como um desktop dual core (hospedeiro original) e um servidor HP com dois quad core 64 bits. Até aí nada de mais, mas as placas de rede não eram suportadas pelo virtual box para a maquina virtual. Tive que remodelar o projeto. Tive que usar outro equipamento, mas ainda estou pesquisando para que o projeto inicial seja concluído. Caso eu tenha sucesso, postarei aqui.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Usando ssh com ubuntu e/ou debian

Uma das coisas que você se acostuma em sistemas Unix Like é a praticidade e facilidade de uso de suas ferramentas. Neste caso é com o acesso remoto via SSH. Rápido, prático e seguro.
Podemos tanto utilizar os recursos em modo texto como também as ferramentas gráficas que as distros dispõe.
Mas uma coisa que não atentamos é que essa facilidade, dependendo de qual sabor de linux estamos acostumados, pode nos deixar a ver navios, quando por ventura, utilizamos uma distro diferente da habitual.
Algumas distros não impedem que você utilize aplicações X via SSh sem ter que fazer algumas configurações ou adicionar parâmetros nas linhas de comandos quando as invocamos.
No meu caso, a situação é mais simples.
Ex: em uma estação a distro é Mandriva e em outra também. Simples, foi só logar na estação remota via ssh e após isso, chamar qualquer aplicação gráfica diretamente no console. Um belo dia, simplesmente trocamos a distro da estação remota para Debian Lenny, e tentei novamente seguindo o mesmo caminho e voilá .... nao deu certo!!! Como sempre acontece comigo, "mudou a cor da grama, o burro morre de fome"!!
Após várias tentativas sem sucesso, vamos ler um pouco e descobrir o que deu errado!! Alteramos o arquivo /etc/sshd_config e /etc/group e pronto já foi possível fazer o mesmo que antes.

Depois de alguns dias, tentamos utilizar o Ubuntu 9.04 para acessar a estação remota (Debian Lenny) e no modo texto tranquilo, mas para aplicações gráficas, erros interessantes. Novamente quase morri de fome, pois mudou a cor da grama novamente.

Mas nesse caso foi bem mais simples, pois já sabia que o Lenny já estava funcionando adequadamente. Portanto era somente entender como o Ubuntu tratava os acessos e respostas do SSH.
Uma pesquisa rápida pelo man do SSH e algumas tentativas com erros e acertos (mais erros que acertos, hehe) no final consegui resolver e acessar as aplicações tranquilamente.
Segue abaixo a linha de comando com seus parâmetros com breves comentários.

Para acesso a estação remota usamos o seguinte comando:

ssh -l usuario -Y

O parametro -l indica usuário que vai se logar na maquina remota; caso seja omitido, o ssh assume o usuário local como o que deverá se logar remotamente, mas não havendo esse usuário na máquina remota, simples, não vai conseguir logar.
O -Y faz a chamada ao servidor X para poder exportar as aplicações. Depois de resolvido, ficou simples.

Outra dica: pode acontecer que o ssh na hora da troca de chave com a estação remota não encontre a mesma chave do hosts, reportando um possível ataque ou sniffer de rede.
Normalmente isso acontece porque foi feita uma nova instalação no host remoto, troca de chave, ou ip, ou até mesmo uma troca de distro, como no meu caso. A máquina continuou com o mesmo ip e MAC, mas a chave mudou.
Eu fiz do jeito mais fácil: simplesmente renomeei o arqivo known_hosts que fica em /home/usuario/.ssh/ e resolvido.

Há mais dicas sobre ssh em http://www.zago.eti.br/ssh/

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Ética Hacker

Depois de algum tempo encontrei este texto dando uma breve descrição do assunto, uma vez que este é de ampla complexidade.
Segue uma descrição de ética e seguida o texto. Lembrando que este é uma compilação de idéias e que as referências estão na rede e que não possuo as referências originais, infelizmente.

Segue:

Ética:
A palavra Ética é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores), que significa costumes, derivou-se a palavra moral. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo - sociedade.

Referencia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ética


Ética Hacker
O código de ética hacker, apesar de não estar escrito, existe. Esse código,
"socializador, de abertura e descentralização", foi compilado dentro do MIT por volta dos anos 60, recebendo a influência tipicamente libertária da época. Basicamente são seis os vetores principais:
1.O acesso à Internet e aos computadores deve ser ilimitado e completo. A alfabetização tecnológica do povo é o caminho para o conhecimento e o conhecimento é a chave para a libertação.
2.Toda informação, sem exceção, deve estar disponível para todos. A divisão da informação é um bem potente para o crescimento da democracia e contra o controle político da elite tecnocrata. O dever ético do hacker é a repartição de seu saber com o resto da comunicade apartada da sociedade. O copyright é um conceito superado.
3.Furtos, destruição de privacidade, vandalismo e dano a sistemas da informação, ferem a ética hacker. Invadir sistemas com o intuito de explorar e se divertir é éticamente correto.
4.Questionar as autoridades. Promover a descentralização. A burocracia industrial, governamental e universitária, é inconciliável com o espírito de pesquisa construtiva e inovadora do hacker. A utopia hacker é "levar o computador às massas"
5.O hacker deve ser julgado pelos seus atos e não por critérios de qualificação, etnia, gênero ou status social.
6.Com um computador se cria arte. Ele é a extensão ilimitada da própria imaginação pessoal.
O computador e a Internet são as novas armas de transformação e construção da realidade. E o dever do hacker é evitar que eles se tornem instrumentos de opressão.

Da Filosofia ao Social
Em alguns sites invadidos aqui e acolá, algum haker rememorou Nietzsche, filósofo existencialista que convulsionou a Europa do século XIX.
Em sua crítica voraz à civilização, o conservadorismo e a procedência dos “valores absolutos” implantados na sociedade da época.
A mente do hacker também passeia pelos campos explosivos do filósofo. Ele é um pesquisador por natureza. Almeja o ápice de suas capacidades para depois transcender esse ponto. Luta pelo conhecimento, pela informação. A liberdade em todos os seus vastos sentidos é seu principal objetivo.
A amplitude do conceito hacker não se restringe à tecnologia, alastra-se para qualquer atividade que envolva o intelecto. Nietzsche, por exemplo, foi um hacker da filosofia, assim como há hackers da música, das artes plásticas e da engenharia.
Na área de softwares computacionais, o conceito aplica-se a especialistas de segurança, programadores que criam aplicativos de livre distribuição, estudantes, beta-testers.
Segundo Eric Raymond, um dos maiores doutrinadores desse universo, o hacker é caracterizado pela inquietação intelectual; pelo desejo incansável de solucionar problemas, moldando sua perícia e exercitando a inteligência; pela voluntariedade em difundir conhecimento; pelo ideal de justiça; e pelo repúdio a qualquer forma de autoritarismo.
Temos visto equívocos terríveis na conceituação do hacker. O hacker direciona o seu potencial para construir, e em hipótese atípicas usa seus dons de forma abusiva. Já o cracker produz ataques lesivos às suas vítimas, na maioria dos casos, uma vez que até mesmo o termo cracker ainda divide opiniões.

Organização Social:
A comunidade hacker é um grupo social, conforme a definição clássica: “uma coletividade identificável, estruturada, contínua, de pessoas sociais que desempenham papéis recíprocos, segundo determinadas normas, interesses, valores, para a consecução de objetivos comuns” (Fichter, 1969).
Originalmente, o hacker interage com os demais dentro de uma estrutura anarquista, sem liderança forte ou padrão rígido a seguir. Geralmente, associam-se em pequenos grupos, que trocam informaçòes entre si, mas que agem isolados. Dentro desse grupo menor, há um líder, mas como organizador apenas, senão violaria as premissas de descentralização e antiautoritarismo.
A finalidade é sempre desbravar novos horizontes, mesmo que o objetivo principal seja a infiltração de valores novos para a sociedade, a contra-cultura.
A contra-cultura cerca a cultura vigente através de uma rede especial de comunicação, rituais, práticas comportamentais peculiares, formas de expressão e representação.

sábado, 1 de agosto de 2009

Arkaea - Um fork do Fear Factory?

Recebi há alguns dias um indicação de uma banda no estilo industrial. O nome é Arkaea. Num primeiro momento percebi que havia influências de math metal, mas ouvindo o restante do trabalho, ficou bem claro que o estilo mesmo é industrial. Muita semelhança com uma antiga banda, Fear Factory, que foi uma das percussoras ou precursoras do estilo. Os riffs, os refrões das faixas, e até mesmo o clima de forma geral, lembra muito o FF.
Curiosamente ao perquisar no wikipedia sobre o Arkaea, entendi porque são tão parecidas. Dois membros, o guitarrista e o baterista, são ex-membros do FF.

Ainda estou assimilando o trabalho deles, que por sinal é muito bom. Foi lançado em 14 de Julho de 2009. Por falta de tempo, ainda nao consegui ter impressões mais detalhadas sobre o trabalho deles, mas quando possível, postarei mais detalhes.

Links:
wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Arkaea

site oficial: http://arkaea.ning.com/

Uma procura pelo google e poderá encontrar onde baixar o cd.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Pacman com proxy autenticado

Uma das dificuldades encontradas em várias distribuições que não utilizam recursos gráficos para gerenciar pacotes para instalação, remoção ou atualização é tratar redes com servidores proxy.
Independe se for transparente ou autenticado.
No caso do Arch Linux, eu como sempre, tive diculdades em entender como ele trata esse modelo de rede.
Depois de muito ler e pouco entender, vi que não é tão dificil assim, o que faltava mesmo era ler corretamente, mas tudo bem.
Mas vamos ao arquivo de configuração, que é mais interessante:
O pacman baixa os pacotes juntamente com o wget, auxiliando na velocidade e tratamento de possíveis erros nas transferências.
No meu caso eu só precisei alterar o arquivo de configuração do wget.
Abra com o editor de texto de sua escolha o arquivo /etc/wgetrc e encontre as linhas de proxy, que devem ser as 78 e 79. Elas devem ficar dessa forma:

Proxy Autenticado:

http_proxy = http://usuario:senha@servidor.proxy:porta
ftp_proxy = http://usuario:senha@servidor.proxy:porta

Nas versões mais atuais do Arch Linux, não é necessário alterar o arquivo /etc/pacman.conf.

#XferCommand = /usr/bin/wget --passive-ftp -c -O %o %u

Esta linha pode ficar comentada, mas se não funcionar, então descomente a linha e pronto.
Agora é só atualizar a base do pacman e pronto, seu sistema já estará conversando com o servidor proxy sem problemas.